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Escrito por Oral Implantes
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Qua, 16 de Maio de 2012 19:15 |
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Laser
Luz com características muito especiais, que lhe conferem propriedades terapêuticas. O laser emite sempre uma luz pura, sem mistura, diferentemente da luz comum, formada de vários comprimentos de onda.
Quais os tipos que existem? Existem três tipos de laser. Um deles é o laser terapêutico, que usamos em substituição aos medicamentos ou em conjunto com eles. Ele tira a dor, é usado como antiinflamatório e ajuda na cicatrização. Outro tipo de laser é o cirúrgico, que remove tecido, corta, vaporiza. Por isso, pode ser usado em cirurgias, para a remoção de cáries e para a esterilização de lesões. Além desses, existe ainda um laser usado exclusivamente para diagnóstico.
Qual a vantagem do laser terapêutico? A grande vantagem é que, em vez de o paciente tomar medicamentos, o laser ativa o próprio organismo a produzir certas substâncias que podem, muitas vezes, substituí-Ios. Por exemplo, se o paciente precisa de cortisona, o laser induz seu organismo a produzir cortisol, então ele não tem de tomar o medicamento, ou pode tomá-lo em doses reduzidas.
Qual a vantagem do laser cirúrgico? Esse tipo de laser, ao mesmo tempo que corta o tecido, provoca coagulação e fechamento de vasos linfáticos e terminações nervosas. Isso quer dizer que, nessas cirurgias, não há sangramento, há menos edema depois da cirurgia, e os pacientes têm um pós-operatório muito menos doloroso. Possibilita, portanto, a realização de cirurgias de modo menos invasivo e agressivo. Para a remoção de cárie, a vantagem é que os pacientes necessitam de menos anestesia que nos tratamentos convencionais. A grande vantagem, porém, é que, além de remover a cárie, o dentista é capaz de esterilizar esse dente e deixá-Io com uma dureza maior do que a que tinha antes do tratamento.
E o laser para diagnóstico, como funciona e para que serve em Odontologia? É um laser que opera em uma potência muito baixa, emitindo uma luz visível que vai até o dente, é absorvida na sua superfície e emite uma fluorescência, que pode ser mensurada no painel do aparelho, variando conforme o tipo ou a gravidade da cárie que há no dente. É um método de diagnóstico muito interessante, que desempenha um importante papel na prevenção odontológica. Esse método não "machuca" o dente, ao contrário dos realizados com sondas, que ferem a superfície dental por ocasião do exame clínico, mesmo que ela esteja íntegra.
Existe contra-indicação para os tratamentos com laser? Pelo contrário, o laser cirúrgico é muito bem indicado para pacientes portadores de discrasias sangüíneas, diabetes e todas as doenças degenerativas, obtendo bastante sucesso no tratamento de pacientes portadores de doenças imunossupressoras. Também não há contra-indicação para o uso em mulheres grávidas ou pacientes com problemas no coração. Uma vez que a cirurgia com laser cirúrgico não sangra, não causa estresse e provoca menos edema no pós-operatório, esses pacientes, que em Odontologia chamamos de "pacientes especiais", são os principais beneficiados com essa técnica.
Posso substituir todos os meus tratamentos dentários convencionais por tratamentos com laser? Não. Não se pode dizer que o laser terapêutico e o cirúrgico substituam tecnicamente todos os tratamentos convencionais. Eles têm grandes indicações, porém, como todas as técnicas, têm suas limitações. É importante lembrar que o tratamento com laser algumas vezes substitui tratamentos com técnicas convencionais, mas outras vezes funciona apenas como coadjuvante.
O laser substitui o tratamento com motorzinho? Infelizmente, não em todos os casos. O uso do laser em dente, ainda que muito efetivo, é limitado. Ainda não se podem fazer preparos extensos, como os de coroas, por exemplo.
Por que o tratamento com laser é caro? Porque os aparelhos utilizados nesses tratamentos são muito caros. Além disso, o profissional que os utiliza precisa ter uma formação específica na área, o que demanda investimento de sua parte. Todo o conceito de tratamento odontológico com laser passa a ter uma conotação mais sofisticada, o que acaba onerando o tratamento. Por exemplo, para ter esse equipamento no consultório, este precisa estar equipado com determinados dispositivos, precisa haver uma sala apropriada. Tudo isso acaba somando custos, que são repassados para o paciente.
Fonte: Revista APCD
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Como prevenir gengivite com o |
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Escrito por Oral Implantes
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Ter, 15 de Maio de 2012 19:42 |
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O uso de dispositivos ou aparelhos ortodônticos, especialmente os fixos, requerem atenção e cuidados redobrados de higiene e é muito comum ocorrer gengivite (inflamação na gengiva) em crianças, jovens, adultos portadores de aparelho, desde que tenham pouco cuidado com a limpeza bucal.
Isto porque, com o aparelho dentro da boca, tem-se maior número de superfícies para reter não só os restos alimentares, como a placa bacteriana que, como o próprio nome indica, é muito rica em microorganismos.
Assim, o acúmulo de placa no dente, no aparelho, entre o dente e a gengiva, acaba acarretando uma inflamação com sangramento, que pode levar a um verdadeiro e sério adoecimento da gengiva.
Some-se a esse quadro o fato de que o aparelho se constitui em um obstáculo para a auto-limpeza, isto é, aquela limpeza que a própria boca dá conta de fazer com os lábios e com a língua - a autóclise -, quando da mastigação dos alimentos.
Também é preciso considerar que a própria presença do aparelho dificulta, ao menos em parte, a técnica de escovação.
A grande dica é que a escovação deve ser feita com bastante calma, levando a escova a passear por todos os lados dos dentes, na região da gengiva e nas reentrâncias do aparelho. Além disso, importante também conferir sempre, no espelho, se os dentes estão realmente limpos e se o aparelho e as gengivas foram devidamente higienizados.
O uso do fio-dental é importante e auxilia bastante a limpeza das áreas que a escova dental não alcança. Com aparelho fixo, o fio-dental deve ser usado com cuidado, passando entre os dentes e o aparelho, com auxílio de passa-fio de plástico (instrumento auxiliar com orifício, por onde o fio-dental passa), orientador da passagem do fio nestes espaços.
Escovas do tipo unitufo, ou seja, as que contêm um chumaço único de cerdas, costumam ajudar nesta limpeza.
O aparelho removível também favorece o acúmulo de placa, tanto nos dentes, quanto nele próprio, podendo resultar na desmineralização do dente, perigo que pode ser evitado por uma boa limpeza na boca (dentes, gengivas e por dentro das bochechas) e por igualmente eficaz escovação do aparelho, com creme dental.
A inflamação da gengiva também pode ser evitada, escovando-se os dentes, limpando aparelho e gengivas, depois de cada alimentação, usando-se soluções anti-sépticas, aromáticas e, à noite, após a última escovação, bochechos durante um minuto, de soluções que contenham fluoreto de sódio a 0,05%. No entanto, não basta apenas escovar os dentes, é preciso limpar toda a cavidade bucal, dedicando um pouco mais de tempo a esta tarefa, procurando sentir como é gostoso e agradável ter a boca limpa, livre de impurezas, lisa e cheirosa.
Seguidos esses simples preceitos de higiene, a gengiva vai estar sempre saudável, a boca perfumada, fresquinha e o aparelho bem cuidado. Crianças e adolescentes com aparelho e dentes sujos causam péssima impressão, exalam cheiro ruim e sentem gosto desagradável na boca, transformando o sorriso, que seria o carro-chefe da beleza facial, num pobre príncipe em andrajos.
Como limpar e cuidar dos aparelhos
A higiene do aparelho fixo é feita ao mesmo tempo em que se realiza a limpeza da boca: com cuidado, deixando as peças do aparelho limpas e brilhantes, sejam elas metálicas ou cerâmicas.
Com relação aos aparelhos removíveis, sempre que se escova os dentes e se limpa a boca, escova-se também o aparelho, segurando-o pela parte de resina, e nunca pelo fio metálico, para evitar que a força imprimida provoque deformação.
Existe no mercado pastilha efervescente para limpeza de aparelhos removíveis que, colocada em meio copo de água, deve banhar o aparelho por uma hora, removendo os resíduos nele impregnados.
Após isso, o aparelho é escovado, enxaguado e recolocado na boca. Um bom momento para se limpar o aparelho, com essas pastilhas, é na hora do almoço ou jantar, quando se aproveita o tempo para mergulhá-lo nesta solução de limpeza.
Às vezes o aparelho cai no chão, em pisos pouco limpos ou na terra. Neste caso, limpe-o com uma escova já colocada em desuso, ou seja, não a de uso normal, com detergente, e aplique, com auxílio de gaze ou algodão, uma boa quantidade de hipoclorito de sódio a 1%, o chamado Líquido de Dakin, ou água oxigenada 10 volumes.
Evite álcool ou substâncias que possam comprometer a resina do aparelho, que pode se tornar porosa e opaca, inviabilizando o seu uso. Do mesmo modo, nunca coloque água fervendo para desinfetar o aparelho, pois a alta temperatura distorce a resina, podendo também danificá-lo.
O melhor lugar para se guardar o aparelho removível é dentro da própria boca, porém, quando o ortodontista ou o odontopediatra reduzem o tempo de uso do dispositivo, ou ainda quando é preciso tirá-lo da boca por algum tempo, faz-se necessário acondicioná-lo dentro de caixas apropriadas, evitando guardá-lo no bolso ou em bolsas, que são locais em que o aparelho pode sofrer pressões e se deformar.
Depois da limpeza, recomendamos colocar uma solução anti-séptica bucal no aparelho e só depois reinstalá-lo na boca. A incrível sensação de bem-estar compensará, em muito, o trabalho despendido.
Fonte: UOL
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Escrito por Oral Implantes
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Ter, 15 de Maio de 2012 19:39 |
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AFTA ou "aphta vulgaris" é uma lesão vesiculosa da mucosa da boca, que ocorre habitualmente nas bochechas, lábios e língua; raramente no céu da boca e na gengiva. Elas podem aparecer individualmente ou em grupos e, geralmente é recidivante. A(s) vesícula(s) rompe(m)-se rapidamente, de modo que a afta é vista mais freqüentemente como uma úlcera rasa, arredondada, de fundo amarelado e bordas avermelhadas, cujo diâmetro médio é da ordem de 5 mm. São bastante dolorosas, principalmente nos primeiros 3 a 5 dias. A lesão dura de 10 a 14 dias e a mucosa oral se recupera totalmente, não deixando cicatriz.
Etiologia desconhecida
As úlceras tendem a aparecer quando o paciente passou por algum tipo de stress físico ou emocional. Recentemente cientistas tendem a classificar as aftas orais entre as vasculites, que são doenças inflamatórias auto-imunes. A Estomatite Aftosa Recorrente, uma de suas formais mais comuns, se manifesta normalmente sem qualquer outra doença paralela específica, constituindo-se em uma doença inflamatória em si mesma.
Pacientes com outras doenças podem ter aftas mais frequentemente:
a - Deficiências imunológicas humorais (deficiências de imunoglobulinas) b - Doença Celíaca c - Doença de Behcet d - Doença de Crohn e - AIDS f - Citomegalovírus g - Anemias h - Distúrbios gastrointestinais passageiros.
Em crianças os vírus coxsackie A, coxsackie B, echovírus e enterovírus podem causar estomatite, doença caracterizada pelo aparecimento de lesões múltiplas, semelhantes a aftas. Como diagnóstico diferencial, a gengivo-estomatite herpética aguda se apresenta com vesículas mais resistentes, geralmente muito pequenas e conglomeradas.
Fatores agravantes
Qualquer lesão na mucosa bucal pode produzir afta, desde um arranhão causado pela escova de dentes, até queimaduras ou ferimentos causados por alimentos quentes ou muito ásperos, aparelhos ortodônticos, etc. Algumas pessoas evitam alimentos ácidos, tais como frutas cítricas (limão, laranja, tangerina, abacaxi, etc.), tomate, vinagre, molhos, etc., pois acreditam que estes alimentos desencadeiam o aparecimento das úlceras. Mulheres são duas vezes mais propensas a desenvolver aftas do que homens. O mesmo ocorre com pessoas cujos pais têm aftas habitualmente.
Tratamento: não há.
Algumas medidas podem ser tomadas para aliviar o desconforto, principalmente nos primeiros 3 ou 4 dias em que as lesões estão mais doloridas:
1) bochechos, 3 a 4 vezes ao dia, com 1 colher de sobremesa de água oxigenada 10 vol diluída em 1/2 copo de água morna.
2) bochechos, 3 a 4 vezes ao dia, com 1 colher de chá de sal e 1colher de chá de bicarbonato de sódio diluídas em 1/2 copo de água morna.
3) evitar alimentos ácidos. Não se tem notícia que vitaminas ou alimentos especiais possam ajudar, a não ser que haja uma deficiência específica. Embora o stress possa causar ou fazer eclodir aftas, medicamentos tranqüilizantes também são, aparentemente, de pouca ajuda.
4) evitar o uso de agentes cáusticos no local, pois, apesar de diminuir a dor, eles provocam a destruição do tecido, fazendo com que a úlcera se torne mais profunda e sujeita a infecções.
No caso de dor intensa, medicação analgésica por via oral pode ajudar.
Quem usa aparelhos ortodônticos pode ter aftas devido ao traumatismo constante. A aplicação de cera de uso odontológico no local responsável pelo traumatismo costuma ajudar. Se a causa do problema for prótese dentária, o dentista deverá ser consultado.
Nos casos prolongados (mais de 2 semanas), uma visita ao dentista é recomendada.
Fonte: UOL
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Escrito por Oral Implantes
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Ter, 15 de Maio de 2012 19:37 |
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Gengivite - uma inflamação da gengiva - é o estágio inicial da doença da gengiva e a mais fácil de ser tratada. A causa direta da doença é a placa - uma película, grudenta e sem cor de bactérias que se forma, de maneira constante, nos dentes e na gengiva.
Se a placa não for removida pela escovação e uso de fio dental diários, ela produz toxinas (venenos) que irritam a mucosa da gengiva causando a gengivite. Neste estágio inicial da doença da gengiva, os danos podem ser revertidos, uma vez que o osso e o tecido conjuntivo que segura os dentes no lugar ainda não foram atingidos. Entretanto, se a gengivite não for tratada, ela pode evoluir para uma periodontite e causar danos permanentes aos dentes e mandíbula/maxilar.
Como sei que tenho gengivite?
Os sintomas clássicos da gengivite incluem gengivas vermelhas, inchadas e sensíveis que podem sangrar durante a escovação. Outro sintoma de doença é o recuo ou retração da gengiva, conferindo aos dentes uma aparência alongada. A doença da gengiva pode formar bolsas entre os dentes e a gengiva, onde se acumulam restos de comida e placa. Algumas pessoas têm mau hálito freqüente ou sentem gosto ruim na boca, mesmo se a doença não estiver em estágio avançado.
Como posso prevenir a gengivite?
Uma boa higiene bucal é essencial. A limpeza profissional também é extremamente importante, pois uma vez que a placa se acumula e endurece (ou torna-se tártaro), apenas o dentista ou um higienista podem removê-la.
Você pode prevenir a gengivite pela:
· A correta escovação e uso apropriado do fio dental para remover placas e restos, e do controle do aparecimento de tártaro.
· Alimentação correta para garantir nutrição adequada para o osso da mandíbula/maxilar e dos dentes.
· Evitar cigarros e outras formas de tabaco.
· Ir ao dentista regularmente.
Fonte: Terra
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Como posso cuidar da minha escova dental? |
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Escrito por Oral Implantes
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Ter, 15 de Maio de 2012 19:35 |
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Para preservar a sua escova dental e a sua saúde, certifique-se de deixá-la secar completamente entre um uso e outro. As escovas podem ser meios de cultura para germes, fungos e bactérias, que depois de um tempo podem se multiplicar em níveis significantes. Depois de usar sua escova, agite-a vigorosamente sob água corrente e guarde-a em pé, de forma que possa secar.
Para evitar que os vírus da gripe e resfriado se propaguem de uma escova para outra, tente evitar que sua escova se encoste em outras quando guardada. Um porta-escovas tradicional com fendas para manter diversas escovas em pé é um investimento valioso para a saúde de sua família.
Com que frequência devo trocar minha escova dental?
A maioria dos dentistas concorda que você deve trocar sua escova dental a cada três meses. Estudos mostram que após três meses de uso normal, as escovas são muito menos eficientes na remoção da placa dos dentes e gengivas em comparação com escovas novas. As cerdas se deformam e perdem a eficiência para limpar todos aqueles cantinhos capciosos ao redor dos dentes.
Também é importante trocar de escova após resfriado, gripe, infecção na boca ou dor de garganta. Isso porque os germes podem se alojar nas cerdas da escova e levar à reinfecção. Mesmo se você não esteve doente, fungos e bactérias podem se desenvolver nas cerdas da sua escova - outra razão para trocar sua escova regularmente.
Como posso proteger minha escova durante viagens?
Uma caixa plástica para escova evitará que as cerdas fiquem espremidas ou achatadas no seu kit de viagem. Após a escovação, no entanto, você deve deixar a escova secar exposta ao ar, para ajudar a reduzir a proliferação de germes.
Fonte: Terra
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Cenoura: campeã de vitamina A |
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Escrito por Oral Implantes
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Qua, 09 de Maio de 2012 17:49 |
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Todos sabemos que a cenoura faz bem para os olhos – e o melhor: não se trata de um mito! Alguém já viu um coelho de óculos? , brincava-se antigamente... E isso faz sentido.
Na sabedoria popular, a cenoura faz bem para a visão e para a pele. Mas realmente ela traz muitos outros benefícios e é uma poderosa fonte de saúde.
A cenoura é uma das hortaliças mais consumidas pela população brasileira. Estima-se que o consumo domiciliar esteja em torno de quase dois quilos por pessoa, por ano. À sua frente, no volume de consumo, ficam apenas o tomate, a batata e a alface. A cenoura, espécie Daucus carota L., pertence à família Apiaceae, assim como o coentro, o aipo, o salsão, a erva-doce, a salsinha, o nabo e a mandioquinha.
Ela é originária de áreas temperadas da Ásia Central e sua cultura remonta há mais de dois mil anos. A cor alaranjada característica da cenoura deve-se às grandes quantidades de betacaroteno que, no organismo, se transforma em Vitamina A, desempenhando papel de fundamental importância nos receptores da retina e mantendo, com isso, a qualidade da visão. Essencial para a saúde da pele, cabelos e olhos, é uma rica fonte e saúde que, além de tudo, contribui para a integridade de mucosas e para o crescimento saudável da criança.
A ingestão de 100 gramas desse legume é suficiente para suprir a necessidade diária de Vitamina. A cenoura também é rica em sais minerais, como potássio, sódio, cálcio, fósforo, enxofre, cloro, magnésio, silício e um pouco de ferro, substâncias com propriedades anti-oxidantes necessárias ao bom equilíbrio do organismo, que ajudam a prevenir o envelhecimento precoce. Além disso, contém Vitamina C e vitaminas do complexo B, que ajudam a regular o sistema nervoso e digestivo.
Por ser tão nutritiva, recomenda-se que seja ingerida pelo menos três vezes por semana. Sem dúvida, a cenoura tem excelentes qualidades nutricionais que por si só justificam seu consumo, constituindo-se em razão suficiente para incluí-la no cardápio diário.
Cenoura funciona
Além do valor nutricional, a cenoura tem qualidades funcionais interessantes. Suas fibras, por exemplo, estimulam o bom funcionamento do intestino e a pectina, presente e abundante na cenoura, ajuda a baixar a taxa de colesterol no organismo.
Quando consumida crua, deve ser bem lavada e mastigada inteira, cortada em pedaços ou em tirinhas, tornando-se nesse formato um excelente dispositivo para realizar os saudáveis exercícios da mastigação, vez que para ser triturada é preciso usar os dentes que são acionados pelos movimentos e contrações dos músculos faciais. Por isso, exerce relevante papel funcional no bebê, na criança e no adulto.
No bebê, desde os 8 e 9 meses, este alimento é importante no início do aprendizado do processo de mastigar, estimulando e favorecendo os exercícios para o desenvolvimento de um bom padrão mastigatório. Perceba que, ao oferecermos para o bebê uma tirinha de cenoura ele a segura com as mãos, leva-a à boca, coordena esses movimentos, morde, apertando entre os rebordos e os primeiros dentinhos, massageia a gengiva e, concentrado neste ato, se distrai.
Mais tarde, durante a primeira infância, mastigar alimentos secos, duros e fibrosos, no caso a cenoura crua, funciona com um halteres, fazendo a boca se exercitar, o que favorece o crescimento e o desenvolvimento ósseo e muscular da face.
No adulto, mastigar alimentos, como a cenoura crua, tem também relevante função. A boca é uma máquina de mastigar, sendo primordial para que este mecanismo funcione bem a mastigação. Por isso, quanto antes introduzirmos esse exercício, mais fortes ficarão os músculos faciais, auxiliando inclusive no ajuste adequado do contato interdentário.
Além do mais, mastigar faz parte de um mecanismo de liberação de tensão, processo desejável, bastante útil, prazeroso e muito indicado para a vida agitada dos tempos modernos.
Interessante que não só para o ser humano mas também para os animais a cenoura é atrativa: é notável como, além do coelho, o cavalo e o cachorro, por exemplo, gostam e mastigam com satisfação uma boa cenourinha crua.
Sucesso na cenoura
Ao comprá-la, tome o cuidado de escolher cenouras lisas, firmes, sem muita irregularidade e que exibam cor uniforme. As manchas e as áreas verdes encontradas na parte superior da cenoura se formam devido à exposição das raízes ao sol durante o cultivo. A substância que dá a cor verde não é tóxica, mas conferem um sabor amargo e forte.
Recomenda-se evitar fazer suco de cenoura junto com frutas cítricas – laranja, limão e tangerina – porque o ácido cítrico presente em grande quantidade nessas frutas destrói a Vitamina A, como vimos, presente na cenoura.
Fica a sugestão: quando se sentir estressado, recorra a uma cenoura geladinha. Com toda a certeza, ela lhe fará muito bem!
Fonte: UOL
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O que é hipersensibilidade dentinária? |
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Escrito por Oral Implantes
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Qua, 09 de Maio de 2012 17:44 |
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A hipersensibilidade dentinária acontece quando a raiz do dente fica exposta. Uma vez que a raiz é exposta, a camada protetora pode ser facilmente removida, resultando em túbulos dentinários abertos. A dor é causada pelo movimento de fluido nestes túbulos que chegam até as terminações nervosas do dente. Calor, frio, ar e pressão podem causar essa rápida movimentação de fluido nos túbulos, gerando a sensação de dor.
Ignorar os dentes sensíveis, além de lhe privar de um simples sorvete, pode levar a outros problemas bucais. A dor causada pela hipersensibilidade dentinária pode fazer com que você não escove seus dentes adequadamente, aumentando o risco de cárie dentária e doenças gengivais.
Como saber se tenho hipersensibilidade dentinária?
Se você sentir uma dor aguda e de curta duração após a ingestão de alimentos e bebidas quentes ou frias, seus dentes podem estar sensíveis. Mas você não é o único a sentir isso. Este é um problema que afeta um em cada quatro adultos, às vezes de forma não permanente.
Como tratar a hipersensibilidade dentinária
Em primeiro lugar, visite seu dentista para o correto diagnóstico de seu problema bucal. Pergunte a ele quais os produtos mais adequados para a prevenção e tratamento da hipersensibilidade dentinária, além de orientação quanto a correta técnica de escovação, uma vez que a força excessiva na escovação pode ocasionar a recessão gengival, deixando a raiz exposta.
Fonte: Terra
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Iogurte natural combate o mau hálito, diz pesquisa |
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Escrito por Oral Implantes
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Qua, 09 de Maio de 2012 17:39 |
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Iogurtes sem açúcar podem ajudar a acabar com o mau hálito, cáries e problemas na gengiva, conforme um estudo que cientistas japoneses apresentaram num encontro da Associação Internacional para Pesquisa Dental.
De acordo com a pesquisa, tomar iogurte reduz os níveis de gás sulfídrico, uma das principais causas do mau hálito, em 80% dos voluntários.
A redução do mau hálito seria causada por bactérias ativas no iogurte, especificamente Lactobacillus bulgaricus e Streptococcus thermiphilus.
Os 24 voluntários que participaram do estudo receberam instruções rigorosas sobre higiene oral, dieta e ingestão de remédios.
Bactérias
Eles passaram duas semanas evitando iogurtes e comidas semelhantes, como queijo.
Os pesquisadores então retiraram saliva e amostras das línguas dos voluntários para medir os níveis de bactérias e componentes que causam odor, incluindo o gás sulfídrico.
Depois, os voluntários tomaram 90 gramas de iogurte por dia durante seis semanas e tiveram mais amostras recolhidas pelos pesquisadores.
Eles descobriram que os níveis de gás sulfídrico tinham diminuído em 80% dos participantes.
Os níveis de placa e de gengivite também ficaram significativamente mais baixos.
"O consumo freqüente de comidas com altos níveis de açúcar é a principal causa de cáries, que podem causar muita dor e desconforto", disse Nigel Carter, presidente da Fundação Britânica de Saúde Dental.
"Embora essa pesquisa ainda esteja nos estágios iniciais, não há dúvidas de que iogurtes sem açúcar são uma alternativa muito mais saudável a chocolates e doces. Nós encorajamos as pessoas a incorporá-los a suas dietas", afirmou.
Uma em cada quatro pessoas sofre de mau hálito regularmente, e 19 em cada 20 são afetadas por doenças da gengiva em algum momento de suas vidas.
Carter enfatizou, porém, que a melhor maneira de combater o mau hálito é adotar uma rotina de cuidados com a saúde oral.
Isso significa escovar os dentes duas vezes por dia com cremes dentais que contenham flúor, usar fio dental e visitar o dentista regularmente.
Referência: BBC Brasil
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Escrito por Administrator
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Ter, 08 de Maio de 2012 19:56 |
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teste1 |
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Escrito por Oral Implantes
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Ter, 24 de Abril de 2012 18:04 |
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Um belo dia, naquele sorriso tão familiar, surge uma novidade: nasceu o primeiro dentinho do bebê! O evento é logo comunicado aos avós, tios, amigos, e é mais uma pequena festa para a família. Essa festa começou a ser preparada bem antes - você sabia que os germes dos dentes já surgem nas primeiras semanas de gestação?
Amamentar é preciso
O leite materno é o alimento ideal para o recém-nascido; e o seio da mãe, a forma perfeita para o bebê ter uma boa dentição. Os movimentos e a força de sucção que o bebê faz ao mamar no peito fortalecem os músculos faciais.
É com essa "musculação" que seu filho, além de ganhar aquelas bochechas irresistíveis, vai desenvolver e posicionar corretamente o osso da mandíbula na face. Todo bebê, ao nascer, tem a mandíbula bem pequena e voltada para trás. Para poder sugar o leite da mãe, ele terá de posicionar a língua e a boquinha de tal forma que, aos poucos, a mandíbula chegará à posição correta. É por isso que amamentar o bebê no seio durante os primeiros 6 meses de vida ajuda a garantir, mais tarde, uma boa mordedura, a mastigação e a deglutição corretas dos alimentos. Isso não significa que a impossibilidade de amamentar no seio prejudique necessariamente a futura arcada dentária de seu filho. Mas são precisos alguns cuidados básicos para a mamadeira não atrapalhar o bom desenvolvimento da dentição da criança.
Boa de bico
Com formato e tamanho diferentes do seio materno, a mamadeira exige vários movimentos de sucção do bebê. Se repetidos por muito tempo, esses movimentos podem, de fato, comprometer diversas funções orais da criança (como a mastigação ou a fala). Os bicos anatômicos são uma forma de diminuir as diferenças de sucção e, portanto, problemas futuros. O tamanho do furo por onde sai o leite também é crucial. Evite cair na tentação de aumentar o furo do bico para deixar o bebê mamar mais fácil e rapidamente; fazer uma certa força ao sugar é fundamental para tonificar os músculos da face e desenvolver a mandíbula.
Dentinho à vista
Em geral, o primeiro dentinho só vai nascer quando o seu bebê estiver com cerca de 6 meses, mas essa história começa bem antes - ainda no útero.
Na nona semana de gestação, já surgem os germens dos dentes; no quinto mês da gravidez, começa a se desenvolver o esmalte. Há uma crença segundo a qual a azia da grávida é sinal de que os futuros dentes estão se formando. A relação é a apenas temporal: como a partir do quinto mês aumenta a pressão do útero sobre os órgãos do aparelho digestivo, pode ocorrer azia, mas isso não tem nada a ver com os dentinhos que estão, nessa mesma época, em fase de formação.
Alimentação caprichada
Estudos indicam que é também nessa fase da gravidez que o feto começa a formar o paladar. Mais um motivo para a gestante caprichar numa alimentação equilibrada, rica e variada. Além de garantir os nutrientes necessários ao desenvolvimento geral do bebê (dentinhos incluídos), talvez já seja possível apresentar os sabores de diversos alimentos ao repertório gustativo da criança. Especulações à parte, o fundamental é garantir todos os nutrientes durante os nove meses da gestação e, no acompanhamento pré- natal, avaliar com o médico se há necessidade de alguma suplementação de vitaminas ou sais minerais.
Turminha de leite
Voltando à parte mais comemorada dessa história, aquela do aparecimento do primeiro dentinho: nem sempre isso acontece em torno do sexto mês, que é apenas uma data padrão. Variações individuais podem adiantar ou atrasar essa data, sem prejuízo ou vantagem para a criança.O importante é que, até os 3 anos, ela esteja com a primeira dentição completa: 20 pequenos dentinhos de coloração leitosa, 10 no arco dentário superior e outros 10 no arco inferior. Assim como a data do primeiro dente, a seqüência dos outros varia, mas em geral segue uma ordem: os da frente vêm antes do que os detrás, os de baixo nascem primeiro do que seus correspondentes de cima.Quando eles costumam aparecer 6 meses: incisivos centrais inferiores 7 meses: incisivos laterais inferiores 7 meses e meio: incisivos centrais superiores 9 meses: incisivos laterais superiores 12 meses: primeiros molares inferiores 1 ano e 2 meses: primeiros molares superiores 1 ano e 4 meses: caninos inferiores 1 ano e meio: caninos superiores 1 ano e 8 meses: segundos molares inferiores 2 anos: segundos molares superiores
De mãe para filho
Do mesmo modo que a mãe transfere nutrietes ao feto e depois fatores imunológicos ao bebê na amamentação, bactérias do corpo materno também são transmitidas ao filho. É o que pode ocorrer com as bactérias causadoras da cárie. Por isso é importante não descuidar da saúde da boca durante a gestação.
Quanto mais cáries a grávida tiver, mais propenso o bebê ficará a desenvolvê-las. Os cuidados, é claro, devem continuar após o nascimento e por toda a vida - bons hábitos como os de higiene bucal, também são "transmissíveis". Uma precaução especial deve ser tomada quando o bebê começa a comer papinhas e outros alimentos além do leite. Muita gente não se dá conta, mas o ato inocente de provar a comida do bebê na mesma colher que ele utilizará pode passar bactérias da boca do adulto para o bebê, que ainda não produziu anticorpos para combatê-las. Ou seja, a possibilidade de ele desenvolver cáries é bem maior.
Ai que coceira!
O nascimento dos primeiros dentes é acompanhado por muita expectativa e dúvidas. Veja as mais comuns e curta esse momento com tranqüilidade.
É normal o bebê ficar irritado quando o dentinho está para nascer? Sim, porque a pressão do dente para sair da gengiva causa coceira e desconforto.
A erupção do dente causa dor ou sangramento? Não. Apesar da coceirinha desconfortável, o bebê não sente dor e a gengiva não sangra.
A gengiva muda de aspecto quando o dente vai nascer? Podem surgir pontos roxos (hematomas). Isso é mais comum na região dos molares.
Por que o bebê saliva mais na época de nascerem os dentes? O aumento da salivação pode estar relacionado à coceira, que faz o bebê mexer mais a boca, morder objetos, etc. Mas pode ser apenas sinal da maturação das glândulas salivares, que costuma ocorrer na mesma época dos primeiros dentes.
O nascimento do dente pode causar febre? É até possível ocorrer um discreto aumento da temperatura por causa do rompimento da gengiva, mas é uma febre baixa e passageira. Se persistir, procure o pediatra.
E diarréia?
Muitas mães relatam episódios de diarréia na época do nascimento dos dentes. Como nessa fase o bebê está sempre colocando a mão e objetos na boca, pode ser contaminado pela sujeira. Além disso, a época dos primeiros dentes costuma coincidir com a introdução de novos alimentos; na transição do leite materno para as papinhas podem ocorrer diarréias eventuais, que logo passam.
Alívio imediato
O melhor amigo do bebê na hora em que o dente está para nascer é um mordedor. Ele tem a forma ideal para massagear as gengivas sem machucar, aliviando a coceira. São feitos com materiais esterelizáveis e muitos deles têm dentro um gel que os mantêm geladinhos (é só deixar o mordedor por um tempo na geladeira). Aí, é melhor ainda: o frio dá uma anestesiada nas gengivas e bom alívio. Por isso é bom oferecer bebidas geladas quando o bebê está sentindo muita coceira. Alimentos frios e mais durinhos também ajudam a massagear as gengivas. Além disso, há pomadas e soluções com substâncias analgésicas, como a xilocaína, que diminuem o desconforto do bebê. Pergunte ao pediatra ou ao dentista se esses produtos podem ser usados no seu filho.
Aviso ao navegante
Dente de leite não é para sempre, mas, se não for cuidado com muito carinho, pode criar problemas para a vida toda.
Veja aqui dez motivos para tratar os dentes de leite com todo o respeito.
1- Eles são fundamentais para a criança adquirir as funções de mastigação.
2- Os dentes de leite ajudam o desenvolvimento da parte óssea da face.
3- A primeira dentição contribui para a formação de uma arcada harmônica.
4- Os primeiros dentes têm um papel muito importante no desenvolvimento da fala.
5- Quando perde o dente de leite antes da hora, a criança pode ter dificuldade para articular certos fonemas.
6- A manutenção do espaço para o permanente é garantida pelo dente de leite.
7- O dente de leite orienta a erupção do permanente, para que este não nasça torto ou inclinado.
8- Infecções na primeira dentição podem afetar o germe do dente permanente.
9- A falta precoce e prolongada de um dente de leite pode causar falhas estéticas, com conseqüências psicológicas para a criança.
10- A perda precoce dos dentes de leite propicia a instalação de mal-oclusões na dentição permanente.
Mamada noturna
Quanto mais cedo a mãe conseguir eliminar a mamada do meio da noite, melhor para os dentes de leite. É que ela é um prato cheio para as bactérias causadoras da cárie. A dificuldade de fazer a higiene correta dos dentes do bebê faz com que uma maior quantidade de lactose (o açúcar do leite) fique por mais tempo fermentando na boca, produzindo um meio propício à proliferação das cáries. Além disso, a produção de saliva (que é um protetor natural contra as cáries) diminui durante a noite, facilitando a ação das bactérias.
Vamos mastigar
Para seu filho crescer com dentes saudáveis, mastigar é preciso. Por isso, depois que o bebê sai da fase de sucção (a partir dos 6 meses), é importante dar a ele, aos poucos, sopas menos líquidas. Da papinha aos pedaços de frutas mais moles e legumes cozidos, depois pedacinhos de frutas e legumes mais resistentes, até o bifinho -com 3 anos, eles já têm de estar comendo de tudo. Alimentos que exigem mais mastigação ajudam a desenvolver os maxilares, massageiam as gengivas (um alívio quando um novo dente está para nascer) e colaboram para o posicionamento correto dos dentes. Promovem ainda uma autolimpeza da boca, ao remover resíduos de alimentos aderidos aos dentes. Na fase da dentição mista,quando os dentes de leite começam a ser trocados, esses alimentos são fundamentais para o processo de reabsorção da raiz dos dentes de leite e para estimular a erupção dos permanentes.
Refrigerantes: atenção redobrada Os refrigerantes, além de serem supercariogênicos, representam um perigo a mais para a saúde do dente: muitas dessas bebidas contêm substâncias ácidas que, com o tempo, desgastam e corroem o esmalte dos dentes. O melhor é não criar o hábito de tomar refrigerantes, não oferecendo a bebida na mamadeira aos bebês e, para os mais crescidos, restringindo seu consumo a festas e ocasiões especiais.
Cuidado com os doces Balas, chocolates, pirulitos, gomas de mascar estão no topo da lista dos alimentos que mais provocam cáries. Só que também costumam ser os campeões na preferência infantil. Não é o caso de abolir totalmente essas guloseimas, mas é muito importante controlar o consumo de modo a causar o menor dano possível aos dentes. No capítulo doces, o perigo está ligado à freqüência e à consistência. Quanto à frequência, é pior comer doces várias vezes ao dia do que uma só vez. Em relação à consistência, quanto mais "grudento" o doce, pior o tempo que fica aderido ao dente aumenta a chance de cáries. Assim, balas moles são piores do que balas duras.
Higiene permanente
Bons hábitos de higiene bucal vêm do berço. Essa não é apenas mais uma frase de efeito; quer dizer que, além do bom exemplo que os pais devem dar, precisam começar a cuidar da limpeza da boca do bebê desde cedo, na fase em que ainda dorme no berço. Até os 6, 7 meses, a limpeza costuma ser realizada com uma gaze ou uma dedeira molhada em água filtrada. Alguns dentistas aconselham limpar as gengivas do bebê após cada mamada, mesmo quando ele ainda não tem dentes. Há outra corrente que descarta a necessidade de limpar as gengivas antes do primeiro dente, com o argumento de que as bactérias causadoras da cárie não temcomo se desenvolver antes de surgir uma superfície dura (o dente) onde possam se fixar.
Mas, assim que aparecer o primeiro dente, não bobeie: escovinha nele. Sim, é possível usar escova dental desde o início. Existe um modelo apropriado para cada fase. Nesse período, os dentistas recomendam umedecer as cerdas da escova em água filtrada na hora da limpeza. Para fazer a escovação, coloque o bebê no colo, de costas para você, com a cabeça apoiada no seu corpo. Escove os dentinhos com delicadeza, fazendo movimentos circulares ou de vai-e-vem. No início, não se preocupe muito com a técnica dos movimentos, até você e o bebê estarem acostumados com a novidade. Com o tempo, a escovação fica um pouco mais sofisticada: por exemplo, na parte interna dos dentes a escova desliza I de cima para baixo, e sobre, a superfície mastigatória são feitos movimentos de vai-e-vem. Mas o mais importante é escovar todas as faces de cada dente. A língua também precisa ser escovada porque é uma superfície onde as bactérias aderem com certa facilidade. O procedimento deve ser repetido após cada refeição.
Controle de qualidade
Até os 7 anos de idade, a escovação dos dentes deve ser feita, ou complementada, por um adulto porque a criança ainda não tem controle motor suficiente para escovar os dentes de forma eficaz. O mais provável é que, bem antes dessa idade, a criança peça para escovar os dentes sozinha. O desejo deve ser atendido, porque é uma forma de estimular o hábito da escovação, mas fique combinado que a mãe ou o pai sempre dá a escovada final. Do início da fase escolar até a puberdade, o esperado é que a criança escove os dentes sozinha e tenha incorporado o costume de fazê-lo após as refeições. Mas ainda é função dos pais supervisionar e exercer um "controle de qualidade" na escovação.Se não podem acompanhar todas as escovações do dia, os pais devem se concentrar na noturna, que é a mais importante durante o sono, diminui a salivação e a resistência às bactérias da cárie.
A escovinha ideal
A primeira escova do bebê precisa ter cerdas extramacias, para não machucar as gengivas. A cabeça tem de ser pequena, assim alcança os dentinhos do fundo sem causar desconforto, mas o cabo deve ser longo, para que o adulto que está fazendo a escovação consiga limpar todos os dentes da criança. Os dentistas recomendam a substituição da escova a cada dois ou três meses porque as cerdas se deformam, dificultando uma escovação eficaz. Após esse período, também é mais difícil eliminar todos os resíduos que ficam acumulados entre as cerdas.
Crie um bom escovador
Se os pais têm bons hábitos de higiene bucal, a criança vai adquirir o gosto pela coisa mais facilmente. Além disso, o hábito pode ser estimulado se a hora da escovação for um momento divertido e de descontração. Uma forma de fazer isso é contar uma boa história em que os personagens principais são a escova, a pasta e os dentes. Os vilões, é claro, são as cáries. A escova pode ser a arma superpoderosa, a única capaz de encontrar os bichinhos invisíveis que se esconderam na caverna do herói (a boca de seu filho). A mãe ou o pai que supervisiona a escovação pode, com um olhar de raios X, ver se a escova pegou ou não cada bichinho e, com a narração dos acontecimentos, orientar a criança para a maneira correta de escovar. O importante é que a criança associe o escovar os dentes com algo bom. a pior é fazer da hora da escova um momento de brigas e ameaças, que a criança vai relacionar com uma obrigação chata e até utilizar para fazer birras e chantagens.
A primeira pasta
Nos primeíros anos devida, o creme dental utilizado não pode ter flúor. Como ainda não sabe cuspir nem bochechar, a criança acaba engolindo a pasta e ingerindo mais flúor do que o recomendado - em excesso,essa substância causa fluorese, distúrbio que afeta o esmalte e produz manchas nos dentes. Se você não encontrar pasta sem flúor, não se preocupe: apenas a escova, utilizada da forma correta, já é o suficiente para prevenir a ação das bactérias causadoras da cárie. Quando a criança aprende a cuspir (o que ocorre entre 2 e 3 anos), já pode usar creme com flúor; em pequena quantidade: coloque na escova o equivalente a um grão de ervilha de creme dental. É recomendável um com menor concentração de flúor na fórmula - em geral, os produtos destinados ao público infantil têm essa característica.
Dedo e chupeta
O que o hábito pode causar Deixar a arcada muito estreita ou muito aberta. Favorecer a mordida cruzada. Empurrar os incisivos superiores para frente. Prejudicar o formato do palato (céu da boca).
Na fase dos dentes de leite, uma das preocupações dos odontopediatras e dos pais é o hábito de usar chupeta ou chupar o dedo. Esses hábitos correspondem a um instinto natural dos bebês, o da sucção, e, principalmente para os que não mamam no peito, são uma espécie de mal necessário - o bebê precisa mesmo sugar e não se deve privá-lo disso. Porém, os movimentos de sucção realizados para chupar o dedo ou a chupeta estão longe de ser os ideais para a dentição do bebê. Diferentemente dos movimentos para sugar o peito, não favorecem de forma correta o desenvolvimento da musculatura e dos ossos faciais, prejudicando assim a deglutição, a mastigação e a fala. A freqüência, a intensidade e a duração desses hábitos podem determinar problemas ortodônticos nos dentes permanentes. É mais fácil controlar esses três fatores (freqüência, intensidade e duração) com a chupeta do que com o dedo. A primeira pode ser retirada em momentos estratégicos (assim que o bebê adormece, por exemplo) e o dedo está, literalmente,"sempre à mão". É mais fácil, também, tirar a chupeta na época necessária - sendo o ideal até os 2 anos, segundo os dentistas. Mas eles também acreditam que, se o hábito for removido até os 3 ou 4 anos, eventuais problemas ortodônticos podem ser revertidos.
Como minimizar esses efeitos
* Use chupetas ortondônticas. * Não ofereça a chupeta a todo momento nem ao menor sinal de choro do bebê. * Não deixe a chupeta pendurada na roupa ou em correntinhas, sempre à disposição. * Assim que a criança adormecer, retire a chupeta. * Se o bebê chupa o dedo, tente substituir pela chupeta ortodôntica. * Quando a criança estiver com o dedo na boca, atraia sua atenção para atividades que ocupem as mãozinhas.
Caiu, bateu
Levar um tombo e bater o dente é bem comum na vida das crianças. Veja o que fazer nestes casos.
O dente só saiu do lugar, mas não caiu Lave bem as mãos e empurre delicadamente o dentinho, colocando-o de volta no lugar. Se isso for feito na hora, não vai doer.
O dente caiu
Os dentistas recomendam que os pais façam assepsia das mãos, segurem o dente pela coroa, sem tocar na raiz, retirem resíduos lavando delicadamente, sem esfregar, e tentem recolocá-lo na mesma hora no local. Se isso não for possível, coloque o dentinho em um recipiente com leite, soro fisiológico, água-de-coco ou água filtrada e vá para o dentista. Mas atenção: se o dente for de leite, muitos especialistas são contra a tentativa de reimplante porque as chances de sucesso são pequenas e há risco lesar o germe do dente permanente.
Não foi possível recolocar o dente no lugar Após uma avaliação, o dentista pode colocar um dente postiço para manter o espaço do dente que caiu e por razões estéticas.
O dente batido não caiu, mas a gengiva sangrou Procure o dentista rapidamente. Nos primeiros 15 dias após o trauma, não dê alimentos duros à criança. Observe se, após três meses, não surge uma fístula (bolinha branca com pus) em cima do dente que bateu.
Quebrou um pedacinho do dente Guarde o pedacinho quebrado em leite, soro fisiológico, água-de-coco ou filtrada e leve ao dentista para uma possível restauração.
O dente batido entrou na gengiva Se o dente não entrou totalmente na gengiva, lave muito bem as mãos e tente puxar o dentinho para fora novamente. Se houve intrusão total, procure imediatamente o dentista para uma avaliação do problema.
No dentista
As visitas obrigatórias e regulares ao dentista começam por volta dos 2 ou 3 anos de idade,quando a criança já completou a dentição de leite. Mas, atualmente, recomenda-se que a primeira consulta seja feita mais precocemente: quando o bebê está com cerca de 6 meses, época em que surgem os primeiros dentinhos. O que pode ser feito nessa primeira visita? Basicamente, é uma consulta de orientação aos pais. O odontopediatra vai avaliar os hábitos de alimentação e higiene bucal do bebê e, se necessário, sugerir mudanças ou demonstrar na prática o que e como os pais devem fazer para cuidar dos dentes dele. Mas não é só isso. Nessa fase, é possível fazer o diagnóstico de desalinhamento dos dentes, prevenindo problemas. Também é melhor que o bebê já tenha tido contato com o dentista numa situação tranqüila se, por acaso, for preciso uma consulta de emergência, como no caso de uma fratura no dente.
Na consulta quando a criança já tem mais de 2 anos, os procedimentos e aparelhos utilizados pelo odontopediatra são praticamente os mesmos que se usam em pacientes adultos. A diferença é que esse profissional está preparado para lidar com os medos, ansiedades ou mesmo birras dos pequenos pacientes. O consultório também é equipado" com brinquedos e decorado de forma lúdica, para deixar a criança mais à vontade e envolvê-la na aquisição de bons hábitos ou nos tratamentos. A frequência das consultas é dada pela avaliação que o dentista faz de cada caso. A regra é manter consultas de rotina a cada seis meses. Mas, se a criança tem uma dieta que favorece o aparecimento de cáries, não conseguiu abandonar a mamadeira noturna ou ainda apresenta manchas esbranquiçadas nos dentes - que podem ser sinal de cárie ou de excesso de flúor, o dentista pode pedir consultas mais assíduas, a cada três meses, por exemplo.
Tá mole!
A partir dos 6 anos, grandes mudanças vão ocorrer na boca da criança, com a substituição dos dentes de leite pelos permanentes. A primeira pode até passar despercebida: é o nascimento do primeiro molar permanente. Como esse dente não substitui nenhum de leite, nasce atrás do décimo dentinho (o segundo molar), lá no fundo da boca, é pouco visível e, às vezes, difícil de escovar. Mas é preciso atenção na higiene, porque o primeiro molar permanente é determinante para posicionar os outros dentes na arcada. Com o aparecimento do primeiro molar, começa a troca de dentes: caem os de leite e, num intervalo de seis meses, mais ou menos, surgem os seus correspondentes permanentes. A seqüência e a idade em que ocorre a erupção de cada dente permanente podem variar (como nos dentes de leite), mas em geral seguem a ordem abaixo.
Os últimos dentes a nascer são os do siso (terceiros molares), que só vão surgir lá pelos 18 anos, completando assim a dentição permanente: 16 dentes no arco inferior e 16 no superior.
Fase mista Na fase de dentição mista, é preciso checar se o alinhamento dos dentes está ocorrendo de forma harmônica e se há boa oclusão. Se houver problemas, quanto mais cedo for iniciado o tratamento ortodôntico, melhores serão os resultados e menor a probabilidade de o tratamento exigir a extração de algum dente.
Fonte: Oral B
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No Camboja, boa parte das crianças não escova os dentes |
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Escrito por Oral Implantes
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Sex, 20 de Abril de 2012 16:56 |
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Segundo estudo publicado no International Dental Journal que investigou residentes de áreas rurais, a presença de cáries, sangramentos gengivais e cálculos são problemas frequentes dessas populações.
Durante estudo realizado no Camboja, Chu e colegas analisaram a saúde bucal de 316 crianças. Desse total, 120 tinham seis anos e 196 tinham 12 anos de idade. Segundo o artigo publicado em fevereiro deste ano no International Dental Journal, as crianças selecionadas eram de Pailin, Kampong Thom e Kratie, três distritos rurais do Camboja. Através de exames e relatos dos participantes, os autores identificaram o status de cárie em dentes primários, em crianças de seis anos, e em dentes permanentes, em crianças de 12 anos.
Segundo o artigo, os pesquisadores também avaliaram o status periodontal das crianças de 12 anos e ministraram aos pais de ambos os grupos questionários com informações sobre frequência da escovação dentária dos filhos e hábitos alimentares.
Com isto, os autores identificaram que a experiência de cárie nas crianças de 6 anos foi 7.9+/-5.6. Já a experiência de cáries de crianças de 12 anos foi 1.1+/-1.6, sendo todas não tratadas. “Nenhum dos participantes de 12 anos tinha gengivas saudáveis e 62% tinham cálculos”, afirmam. Os dados dos questionários mostraram que “44% e 22% de crianças de 6 e 12 anos nunca escovaram os dentes”. Com relação às refeições, arroz, sopa e congee, um tipo de arroz, foram os principais alimentos. Já o consumo de lanches se mostrou pouco comum.
Diante das frequência elevada de cáries em crianças de 6 anos, sendo a maioria não tratada, da identificação de sangramentos na gengiva de todos os participantes e da presença de cálculos em mais da metade, os autores afirmam que é necessário melhorar os hábitos orais desta população.
Fonte: Agência Notícias
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Que é hipersensibilidade dentinária? |
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Escrito por Oral Implantes
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Sex, 20 de Abril de 2012 16:50 |
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A sensibilidade dentária afeta um grande número de pessoas. É geralmente causada por bebida e alimentos quentes, frios, doces ou ácidos. Em condições normais, a dentina (camada interna que envolve o nervo) é coberta pelo esmalte da coroa e a gengiva ao redor do dente. Com o tempo, o esmalte pode desgastar-se, reduzindo a proteção. Também com o tempo, a gengiva pode retrair-se, expondo a raiz do dente.
A dentina tem um grande número de poros ou tubos microscópicos (túbulos) que vão da face externa do dente até a polpa, no centro. Quando a dentina está exposta, esses túbulos podem ser estimulados por mudanças de temperatura ou certos alimentos.
Qual é a causa da hipersensbilidade dentinária?
A exposição da dentina por ocorrer devido a vários fatores. Os fatores mais comuns são:
· Retração gengival devido à idade ou escovação inadequada;
· Bebidas ácidas (como refrigerantes) que causam a erosão do esmalte e a exposição da dentina;
· Bruxismo – que, na verdade, faz com que todos ou a maior parte dos dentes tornem-se sensíveis;
· Escovação com creme dental muito abrasivo, escovação incorreta e/ou escovação em um número de vezes maior do que três.
· Gengivite, que pode causar retração gengival.
· Dente lascado ou fraturado, com exposição da dentina;
Além disso, alguns tratamentos dentários podem causar sensibilidade. Sabe-se que alguns tratamentos como o branqueamento, a profilaxia em consultório, a colocação de aparelhos ortodônticos ou restauração dentária podem causar sensibilidade durante ou depois do procedimento.
Que posso fazer?
O primeiro passo é descobrir a causa, com a ajuda de um dentista. Se a causa for a exposição da dentina, há algumas providências que você e seu dentista podem tomar para reduzir a sensibilidade:
· Use uma escova de cerdas muito macias;
· Escove corretamente para evitar a abrasão do esmalte e a retração gengival;
· Use um creme dental formulado especialmente para ajudar reduzir a sensibilidade;
O dentista pode
· Aplicar verniz de flúor nas áreas sensíveis para ajudar a fortalecer o dente;
· Prescrever um creme dental com alto teor de flúor para uso diário;
· Restaurar as áreas que perderam o esmalte;
No final, quer você precise de procedimentos em consultório ou somente em casa, o passo mais importante é consultar seu dentista para que ele determine a causa da sensibilidade dos dentes e ajude você a encontrar uma solução que seja eficaz.
Fonte: Terra
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Escrito por Oral Implantes
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Ter, 17 de Abril de 2012 19:36 |
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O câncer bucal é um tumor maligno que se desenvolve a partir de uma célula que sofre uma série de alterações genéticas. Essas alterações influenciam a diferenciação, o crescimento e a morte celular. A célula "defeituosa", diferentemente das outras, passa a se multiplicar desordenadamente, transformando-se num corpo estranho ao organismo.
O câncer bucal é comum? Sim, a incidência mundial de câncer bucal varia de país para país (2% a 8%). Canadá, Austrália e França têm taxas elevadas. A Índia é o país de mais alta incidência (48% a 70%) devido a práticas culturais exóticas, como o hábito de colocar o cigarro com a ponta acessa voltada para o interior da boca e o uso do betel. No Brasil, as taxas são elevadas (INCA -Instituto Nacional do Câncer, Ministério da Saúde, Brasil).
Quais são os fatores de risco para o câncer bucal? Os principais fatores de risco são: uso do tabaco, consumo freqüente de bebidas alcoólicas e exposição excessiva à radiação solar. Alguns fatores podem contribuir para o desenvolvimento do câncer bucal, como: má higiene bucal; dentes quebrados; próteses removíveis parciais ou totais mal adaptadas, com conseqüentes irritantes locais; dieta pobre em vitaminas A, C, E e o vírus HPV (papilomavírus humano). Outros fatores ainda estão sendo estudados para se verificar sua relação com o câncer bucal, como: o uso de chimarrão, o consumo de carne grelhada (churrasco) e a fumaça do fogão de lenha.
Se diagnosticado precocemente, quais as chances de cura do câncer bucal? Quanto mais cedo for descoberto e adequadamente tratado, maior será a chance de cura e sobrevida do paciente. A expectativa de cura varia de 85% a 100% quando o câncer é diagnosticado e tratado na fase inicial.
Como proceder ao auto-exame da boca? Diante de um espelho, após retirar próteses ou outros aparelhos removíveis: 1) veja se em seu rosto há algum sinal que você não notou antes; 2) observe no lábio se há manchas ou feridas; 3) puxe o lábio de baixo e examine-o por dentro; faça o mesmo com o lábio de cima; 4) abra a boca e estique a bochecha; faça isso dos dois lados; 5) ponha a língua para fora e observe sua parte de cima; 6) puxe a ponta da língua para o lado direito e depois para o lado esquerdo e observe as laterais da língua; 7) coloque a ponta da língua no céu da boca e examine a parte de baixo da língua e o assoalho da boca; 8) incline a cabeça para trás e examine o céu da boca; 9) ponha a língua pra fora, diga "A, A, A,..." e observe a garganta.
Quais os sinais indicativos de alguma "anormalidade" na boca? Feridas que não cicatrizam em 2 semanas; manchas brancas, vermelhas ou negras; carnes crescidas; caroços; bolinhas duras e inchaço na boca; dificuldade para movimentar a língua; sensação de dormência na língua; dificuldade para engolir. A presença de qualquer um desses sinais merece um exame mais detalhado, com encaminhamento do paciente ao cirurgião-dentista estomatologista.
Qual a frequência recomendada para a realização do auto-exame da boca? Para pessoas não-fumantes, recomenda-se fazer o auto-exame bucal a cada 6 meses e, para os fumantes, a cada 3 meses. O ideal é fazer 1 vez por mês para que qualquer alteração da normalidade da boca seja prontamente detectada.
Qual profissional deve ser procurado caso o paciente encontre alguma lesão na boca? O cirurgião-dentista estomatologista é quem diagnostica e trata todas as lesões e doenças bucais. No caso de câncer bucal, após diagnóstico, o paciente é encaminhado para tratamento em centros especializados em Oncologia ou para o médico oncologista.
Fonte: Revista APCD
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Como escolher meu dentista? |
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Escrito por Oral Implantes
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Ter, 17 de Abril de 2012 18:04 |
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Um bom início é pedir referências para as pessoas em quem você confia: seus amigos, membros de sua família, conhecidos, colegas de trabalho, seu farmacêutico ou o médico da família. Pergunte a eles com que tipo de dentista fazem o seu tratamento dentário (clínico geral ou especialista), há quanto tempo tratam com este profissional e como é o relacionamento que mantém. É importante que você escolha um dentista com quem você se sinta bem.
Para escolher bem seu dentista, você pode também:
- Ligar para uma associação de dentistas e solicitar uma lista dos profissionais recomendáveis.
- Fazer uma busca na Internet. A cada dia aumenta o número de dentistas que têm sites onde explicam seus métodos de tratamento.
Que tipo de dentista eu estou precisando?
Os profissionais com formação geral são treinados para fazer todo tipo de tratamento e podem, se for preciso, indicar um dos especialistas relacionados abaixo:
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Odontopediatra: especializado no atendimento de crianças.
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Endodontista: diagnostica e trata de enfermidades da polpa dentária e canais radiculares (muitos dentistas gerais também fazem tratamentos de canal).
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Protesista: especializado na confecção de coroas, próteses dentárias fixas, removíveis ou próteses totais conhecidas como dentaduras.
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Patologista bucal: usa procedimentos laboratoriais para diagnosticar problemas bucais. Também é especializado em odontologia forense.
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Cirurgião bucal/maxilofacial: remove cistos, tumores e dentes. É preparado para corrigir fraturas ou outros problemas que exijam tratamento cirúrgico, inclusive da articulação temporomandibular ( eATM ). Esses profissionais também usam métodos de cirurgia plástica para eliminar ou reduzir problemas do maxilar e da face.
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Ortodontista: especializado na correção da posição dos dentes por meio de aparelhos ortodônticos.
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Periodontista: especializado no diagnóstico e tratamento das doenças da gengiva.
Fonte: Portal Terra
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Escrito por Oral Implantes
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Ter, 10 de Abril de 2012 17:56 |
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Especialidade da odontologia que trabalha com pacientes com mais de 60 anos, que tem como objetivo a integração social, psicológica, funcional e preventiva de doenças bucais que podem aumentar os riscos de doenças sistêmicas em idosos.
Essas doenças acontecem durante o processo de envelhecimento, como, por exemplo, a osteoporose, artrite, artrose, diabetes, incluindo, nessa categoria, os problemas cardiovasculares e endócrinos. Não podemos esquecer das doenças crônicas neurodegenerativas que atingem a terceira idade, como mal de Alzheimer, demências e doença de Parkinson. Daí a importância da especialidade. Estes idosos também estão retendo seus dentes e necessitam de cuidados especiais e de profissionais especializados para lidar com essas doenças.
Cuidados especiais Existem quatro categorias de idosos: os independentes, os parcialmente dependentes, os totalmente dependentes e os paliativos (pacientes cuja ciência já esgotou seus recursos). Problemas como hipertensão arterial, diabetes e doenças cardíacas são comuns nessa fase da vida e podem resultar em complicações sérias se não forem levadas em conta. Por isso mesmo, médicos e dentistas devem manter um diálogo freqüente, pois, no caso de cirurgia, por exemplo, o dentista deve comunicar ao médico e se informar sobre o estado geral de saúde do paciente.
Prevenção e dieta A importância dos dentes nos dias atuais, também vai além da mastigação, pois interferem também na fonética. Além disso, a sociedade moderna não mais aceita o desdentado ou pessoas com estética facial alterada por dentes mal-cuidados ou ausentes. A higienização diária e a visita regular ao dentista (de 6/6 meses) são fatores decisivos na manutenção da saúde bucal como um todo, evitando assim as doenças orais crônicas presentes no idoso: cáries de raiz, xerostomia (boca seca), atrição/abrasão (bruxismo), lesões da mucosa oral (candidíases, leucoplasias, etc), câncer oral, doenças periodontais, entre outras. A dieta também é de extrema importância e deve ser à base de carnes, frutas, verduras, legumes, cereais e fibras. Deve-se evitar o consumo de doces e refrigerantes.
O periodonto, que engloba as estruturas de suporte do elemento dental, pode, com a idade, sofrer um decréscimo no seu conteúdo de fibras, mas não há uma correlação clínica positiva e somente sob condições patológicas adversas (placa, cálculo, trauma oclusal, por exemplo).
A função imune, que pode variar muito entre as pessoas de 3ª idade, sofre com o tempo de vida uma perda funcional que compromete, por exemplo, a resistência às infecções, também pela diminuição da capacidade reprodutiva das células T, criadas no início da adolescência. Nos anticorpos IgG, IgA e IgM dos idosos observa-se um decréscimo do número encontrável na saliva.
Em função das alterações neuro-musculares associadas ao envelhecimento, mudanças na ingestão de alimentos podem ocorrer como a aspiração, mastigação incompleta, refluxos ou inalação dos mesmos.
A tonicidade da musculatura da língua é outro aspecto que acaba por criar mais um fator de readaptação das pessoas idosas, para conseguirem que o bolo alimentar possa atingir o estômago de forma mais adequada. Mas não foi obtida uma correlação da idade com a capacidade gustativa, por ser esta um fenômeno complexo que envolve a sensibilidade olfativa, tátil e a capacidade cognitiva, como, por exemplo nos alimentos salgados, onde a condição gustativa da ponta da língua era maior nos jovens que nos idosos.
O decréscimo do fluxo salivar com a idade é um fato comprovado por diversos estudos (e suas implicações diretas com a capacidade de adaptação às próteses e as decorrentes queixas dos pacientes idosos após suas instalações) e que pode ser enormemente potencializada pelas medicações (e suas interações) já que o idoso acaba por usar diferentes fármacos no seu dia-a-dia.
Outro aspecto geralmente observado no idoso é a halitose, muitas vezes citada pelo paciente como tendo origem odontológica. Após um programa de limpeza da cavidade bucal, higienização e bochechos com clorhexidina, se não forem observadas melhoras, deve-se procurar por causas esofágicas ou gastrointestinais.
O fato de não ter seus dentes tratados, ou a ausência de Prótese Total ou de uma Prótese Parcial Removível adequada, aguça um sentido de mutilação que é característico da idade avançada. Seja na família, no trabalho ou nos ambientes sociais, o idoso não deve ter restrições de sorrir, falar ou selecionar alimentos adequados à sua condição funcional de mastigação.
Há uma diminuição natural na secreção dos sucos gástricos com a idade, por isto o preparo correto do bolo alimentar na boca é primordial.
A moderna prática da Odontologia com a geriatria comunga dos mesmos ideais da Medicina em tornar o idoso um ser feliz em uma fase tão importante de sua vida, mantendo ou restabelecendo a vital integridade do Sistema Mastigatório.
Fonte: UOL |
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DIABETES E PROBLEMAS DE SAÚDE BUCAL |
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Escrito por Oral Implantes
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Ter, 10 de Abril de 2012 16:34 |
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Pesquisas recentes sugerem que a relação entre doenças gengivais e diabetes é uma via de mão dupla. Não somente as pessoas com diabetes são suscetíveis às doenças gengivais, mas esta pode ter o potencial de afetar o controle glicêmico no sangue e contribuir para a progressão do diabetes.
Pesquisas sugerem que pessoas com diabetes têm alto risco de adquirirem problemas bucais, tais como gengivite (um estágio inicial de doença gengival) e periodontite (doença gengival avançada com perdas ósseas).
Pessoas com diabetes têm um risco aumentado para doenças gengivais avançadas porque os diabéticos são geralmente mais suscetíveis às infecções bacterianas, e têm uma diminuição na capacidade de combater as bactérias que invadem o tecido gengival.
O Surgeon General´s Report on Oral Health afirma que uma boa saúde bucal é parte integrante da saúde geral. Por isso, escove os dentes, use fio dental e consulte o dentista regularmente.
Por ser diabético corro um risco maior de ter problemas com os dentes? Se seus níveis de glicose no sangue não forem bem controlados, você tem maior chance de desenvolver gengivite e de perder dentes quando comparado a pessoas que não têm diabete. Como todas as infecções, a gengivite pode ser um fator que eleva o açúcar do sangue e torna a diabete mais difícil de ser controlada.
Outros problemas bucais relacionados com a diabete são: candidíase (sapinho- uma infecção causada por um fungo que cresce na boca), boca seca que pode causar aftas, úlceras, infecções e cáries.
Como evitar problemas dentários associados com a diabete? Em primeiro lugar, o mais importante é você controlar o nível de glicose no sangue. Em seguida, cuide bem dos seus dentes e gengiva e faça exames minuciosos a cada seis meses.
Para controlar as infecções por fungo, controle bem seu diabetes, procure não fumar e, se usar dentadura, remova-a e limpe-a diariamente.
O controle adequado da glicose do sangue também ajuda a evitar ou aliviar a boca seca causada pelo diabetes.
Que posso esperar das minhas consultas com o dentista? Devo contar a ele que tenho diabete? As pessoas que têm diabetes necessitam cuidados especiais e seu dentista está preparado para ajudá-lo.
Mantenha seu dentista informado sobre qualquer alteração em seu estado de saúde e sobre os medicamentos que estiver tomando.
Exceto em caso de emergência, não se submeta a qualquer procedimento dentário se o açúcar no sangue não estiver bem controlado.
Fonte: Portal Terra |
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Escrito por Oral Implantes
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Qui, 05 de Abril de 2012 16:25 |
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Qualquer pessoa pode tomar anestesia? Antes disso, a pessoa deve responder a um breve questionário de saúde, padronizado pela ASA (Sociedade Americana de Anestesiologia), que determina o risco anestésico e cirúrgico. Com base em suas respostas, o profissional terá condições de informar se ela está apta a submeter-se a tratamento odontológico com anestesia. Mas, para seu conforto, já lhe adianto que esse procedimento é muito seguro e que a variedade de medicamentos disponíveis proporciona muita segurança.
Existe contra-indicação? Sim, e elas podem estar relacionadas ao agente anestésico ou ao vasoconstritor. Com relação ao vasoconstritor, os pacientes com pressão alta não tratada ou não controlada, doenças cardíacas graves, diabetes mellitus não controlada, hipertireoidismo, feocromocitoma, sensibilidade aos sulfitos e usuários de antidepressivos tricíclicos, compostos fenotiazínicos, cocaína e "crack", têm limitações no uso de anestésicos.
Uma pessoa com 70 anos também pode tomar anestesia? Com o passar da idade, muitas alterações podem aparecer, as quais podem contra-indicar ou não o procedimento. Como foi explicado no item acima, se o paciente apresentar algumas dessas alterações, o uso do anestésico pode estar temporariamente contra-indicado. Nesse caso, ele é encaminhado ao profissional médico habilitado e, após a sua liberação, o procedimento de anestesia é realizado.
Gestantes podem tomar anestesia? Sim, o estado de gravidez não contra-indica o procedimento anestésico. Porém, se for possível, é mais aconselhável o uso da anestesia entre o terceiro e o sexto mês de gestação.
Existe o risco de choque anafilático? Sim, porém é muito pequeno, uma vez que as respostas ao questionário de saúde orientam o profissional sobre o possível risco de choque anafilático.
Quais são os tipos de anestesia? De uma maneira bem abrangente, a anestesia pode ser local ou geral. A anestesia local é administrada pelo cirurgião-dentista no próprio consultório. A geral deve ser feita pelo médico anestesista em hospital ou clínicas apropriadas.
O que é sedação consciente? É um procedimento realizado pelo cirurgião-dentista e pelo médico anestesista, a fim de proporcionar maior conforto ao paciente, em casos de pacientes ansiosos ou com medo de ir ao dentista. Esse procedimento é realizado combinando-se a ação do anestesista (através de medicamentos relaxantes) com a do cirurgião-dentista (por meio de anestésicos locais), proporcionando conforto e eficiência anestésica em grandes procedimentos ambulatoriais.
Por que, às vezes, a anestesia demora mais para passar? Provavelmente devido ao tipo de tratamento realizado. O profissional irá escolher o tipo de técnica, a quantidade e o medicamento. Nesse caso, quando o procedimento é simples, geralmente a anestesia passa rapidamente, ao contrário do que acontece em procedimentos longos, nos quais o profissional necessita de maior quantidade de anestésico.
Qual é a quantidade máxima de anestésico que se pode tomar? Geralmente, os medicamentos são feitos para, em média, serem administrados 10 tubetes de anestésico em dose de segurança. Deve-se lembrar que o medicamento é composto pelo agente anestésico e pelo vasoconstritor. Em alguns casos em que está contra-indicado ou restrito o uso do vasoconstritor, a quantidade deve ser diminuída.
Como eu posso tomar uma anestesia sem dor? Quando se pensa em anestesia, a primeira lembrança é o desconforto devido à picada da agulha, mas isso não mais ocorre. Hoje, com os cuidados pré-anestésicos que envolvem desde a utilização de medicamentos tranqüilizantes até o uso de anestésicos tópicos fortes, o incômodo do procedimento de anestesia diminuiu muito, chegando a não ser notado, dependendo da relação de confiança entre o paciente e o profissional.
Existe algum aparelho que aplique a anestesia para proporcionar conforto? Sim. O conforto durante a anestesia é estabelecido quando uma pequena quantidade de anestésico é injetada continuamente por um maior período de tempo. Um aparelho dotado de microprocessador pode injetar a anestesia de forma lenta e contínua, diminuindo o desconforto do procedimento de anestesia.
Fonte: Revista APCD |
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Escrito por Oral Implantes
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Qua, 04 de Abril de 2012 16:42 |
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Alergia é uma reação hereditária do sistema imunológico contra alguma substância estranha que se manifesta por inflamação e perturbação da função de algum órgão ou de uma forma mais generalizada.
Filhos de um ou ambos os pais com alergia herdam uma predisposição para ter o problema. Como essa substância, que podemos chamar de alergeno, está no ambiente, a pele e as mucosas do trato respiratório são os órgãos mais envolvidos, mas a reação alérgica pode se instalar nos vasos sanguíneos, no trato gastrointestinal e em outros órgãos.
São alergenos comuns polens, remédios, fiapos de tecidos, pelos de animais, alimentos, corantes, produtos químicos, bactérias e fungos. Entre os fungos, alguns estão alguns contidos nas fezes de ácaros, artrópodes invisíveis a olho nu, que vivem nas casas, especialmente no pó doméstico e nas camas.
Os ácaros do pó domiciliar são visíveis apenas ao microscópio, pois medem entre 200 e 500 micrômetros ou micra. A palavra micra representa o plural de mícron— não existe a palavra “microns” — que é o equivalente a um milionésimo do metro ou a milésima parte do milímetro. Mícron e micra são representados pelo símbolo grego µ (letra mu).
Uma das buscas que os portadores de alergia têm, ajudados por um médico alergista, é tentar identificar os alergenos a que são sensíveis.
Os sinais e sintomas mais frequentes são coceira (prurido) e corrimento nasal, espirros (esternutação — e não fui eu que inventei a palavra), bronquite, asma, sinusite, tosse crônica, dificuldade para respirar (dispneia), ruídos na respiração, sensação de aperto no peito, irritação e coceira nos olhos e alterações na pele (as dermatites alérgicas ou de contato).
O espirro pode espalhar até 40.000 gotículas (perdigotos ou gotículas de Pflügge) de 0,5 a 5 micrômetros (µm). Um micrômetro é a milésima parte do mícron. É uma importante forma de espalhar infecções pela via aérea.
Antes do tratamento, o médico fará exames clínicos e laboratoriais e recomendará evitar o alergeno, se este for identificado, e usar um ou mais medicamentos como anti-histamínicos, alguns tipos de vasoconstritores, corticoides, cromoglicato de sódio e outros.
Nunca deixem de relatar suas alergias durante a primeira consulta feita no dentista. Vocês sabiam por que alguns falam “saúde” quando alguém espirra? Está meio fora de moda, mas o costume vem de uma palavra alemã para “saúde”, que também é usada na língua inglesa.
Na idade média, quando se espalhava na Europa a peste bubônica, quando alguém dizia “saúde” para outro quando este fazia “atchim” era para evitar que pegasse alguma doença de quem espirrava. Isto é, para se proteger e não para desejar saúde para o outro. Aos poucos a coisa foi adquirindo o sentido atual. Por isso, gesundheit* para todos. Calma pessoal! Estou apenas desejando-lhes “saúde”.
Artigo: Dr. Jayro Guimarães Jr. |
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Escrito por Oral Implantes
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Ter, 03 de Abril de 2012 20:13 |
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As bactérias da gengiva entram na circulação sangüínea e fazem muitos estragos

Doenças cardiovasculares e derrame São duas vezes mais comuns em pessoas com problemas gengivais, que podem ter as válvulas cardíacas inflamadas pelas bactérias.
Partos complicados Grávidas com doenças periodontais têm uma probabilidade sete vezes maior de ter bebês com baixo peso.
Diabete As substâncias resultantes das inflamações destroem células pancreáticas, reduzindo a produção de insulina.
Doenças respiratórias Rinite, sinusite, pneumonia, enfisema, abscessos e doença pulmonar obstrutiva crônica podem ser causados ou agravados por essas bactérias da boca.
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75% da população maior de 25 anos de idade apresenta doenças nos tecidos de sustentação dos dentes
Cuide da sua gengiva
Setenta e cinco por cento da população adulta tem algum tipo de doença periodontal. Pode ser uma gengivite, que ataca só a gengiva, uma periodontite crônica, em que até o tecido ósseo é afetado, ou mesmo manifestações mais sérias que resultam de doenças sistêmicas, como o diabete. Se a coísa se agravar, você acabará perdendo um ou mais dentes. Na maioria dos casos, não há nenhuma dor para disparar o alarme. E é aí que mora o perigo. Os pacientes deixam para procurar ajuda apenas quando o problema piora demais. Uma grande preocupação dos especialistas é a relação da doença periodontal com outros males até mesmo os cardíacos. "Muitas .infecções surgem ou se agravam quando a gengiva não é tratada".
Fonte: Revista Saúde
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Dentes do Siso (terceiros molares) |
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Escrito por Oral Implantes
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Ter, 03 de Abril de 2012 20:08 |
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Os terceiros molares (dentes do siso) muitas vezes se apresentam na cavidade oral entre os 17 e 25 anos, e em algumas vezes surgem em posições anômalas, o que dificultam a sua erupção, podendo estar inclusos (dentro do osso) e/ou impactados (impossibilitados de erupcionar devido a algum obstáculo).
Isto pode ocorrer devido a algumas situações do próprio desenvolvimento dos maxilares, como a falta de espaço, sendo esta a principal causa deste tipo de problema, em virtude do menor desenvolvimento dos maxilares, provocado até mesmo pela evolução de nossa dieta, cada vez mais pastosa. Este tipo de problema só pode ser identificado pelo cirurgião-dentista, através do exame odontológico rotineiro e de radiografias (geralmente panorâmicas), e a época mais comum de se aparecer algum problema relacionado ao dente do siso é por volta dos 17 anos de idade, quando ocorre o final do desenvolvimento das arcadas dentárias.
Radiografia panorâmica, evidenciando com setas os terceiros molares ou dentes do siso inclusos ou retidos, em um paciente de 21 anos.
Em alguns casos é indicada a sua remoção devido ao tratamento ortodôntico (aparelhos de correção das arcadas dentárias), pela falta de espaço nos maxilares e demais problemas, como reabsorções das raízes de dentes próximos ao dente do siso e lesões císticas dentro do osso maxilar.
Apesar dos terceiros molares inclusos ou retidos não causarem nenhum transtorno aparente ao paciente (como dor) por muitos anos, uma serie de problemas podem estar diretamente relacionados com a sua presença, provocando em ordem decrescente de freqüência, apinhamentos dentais (dentes anteriores desalinhados), pericoronite (infecção local devido à dificuldade de higienização, com dor aguda e dificuldade de abertura da boca devido à inflamação local aguda), cisto dentígero (cisto dentro do osso, provocado pela presença do dente do siso retido no osso) até dificultar a mastigação e a alimentação, deixando o paciente debilitado e afetando a sua saúde geral.
Ninguém pode prever quando irá ocorrer tais complicações relacionadas aos terceiros molares, mas quando ocorrem, as circunstâncias podem ser muito mais dolorosas e mais difíceis de tratar. Estima-se, de acordo com a Associação Americana de Cirurgiões Orais e Maxilo-Faciais (AAOMS, 2009) que cerca de 85% dos terceiros molares, eventualmente, precisam ser removidos.
Os dentes do siso são mais fáceis de serem removidos quando o paciente é jovem, por volta dos 17 anos, uma vez que as suas raízes não estão completamente formadas, o osso circundante é mais suave e mais elástico, e há menos chance de prejudicar estruturas nobres próximas ao dentes retidos, como nervos ou outras estruturas. A remoção desses dentes em uma idade mais tardia torna-se um pouco mais complicada uma vez que as raízes tenham se desenvolvido plenamente (podendo envolver estruturas nobres, como nervos) e o osso maxilar se tornar mais denso e maduro. Devido a isto, estes tipos de problemas podem e devem ser evitados através da remoção cirúrgica destes dentes, geralmente feita em consultório, de uma maneira indolor e atraumática pelo cirurgião-dentista especialista neste tipo de cirurgia.
Converse com seu Cirurgião Buco-Maxilo-Facial. Ele discutirá com você o que esperar da cirurgia. Esta é uma boa hora para fazer perguntas ou manifestar as suas preocupações. É especialmente importante para você permitir que o seu cirurgião saiba sobre qualquer doença que você pode ter e se está tomando algum tipo de medicação. A relativa facilidade com que um dente de siso pode ser removida depende de várias condições, incluindo a posição do dente e desenvolvimento das raízes. Os dentes retidos e impactados podem exigir um maior envolvimento cirúrgico. Geralmente, o paciente é medicado antes da cirurgia com um calmante e um anti-inflamatório, que promovem um ato cirúrgico mais tranqüilo para o paciente e uma melhor recuperação pós-operatória. As cirurgias duram em torno de 40 minutos a 1 hora ou 1 hora e meia em média, para a remoção dos quatro dentes do siso inclusos – dois superiores e dois inferiores (que podem ser removidos no mesmo ato cirúrgico), dependendo do caso, e as intervenções são feitas no consultório, apenas com anestesia local, sem maiores problemas para o paciente. A cirurgia pode também ser feita em âmbito hospitalar, sob anestesia geral ou sedação com monitoramento. Seu cirurgião pode indicar a melhor forma de realizar o procedimento e o tipo de anestesia.
A recuperação do paciente é completa por volta de 07 a 10 dias depois do ato cirúrgico, época em que são removidos os pontos de sutura, porém o paciente pode voltar às suas atividades normais a partir do segundo dia pós-operatório, entretanto alguns cuidados se fazem necessários, como compressas geladas na região operada e alimentação líquida e fria no primeiro dia, e pastosa nos demais dias da semana, com suspensão das atividades físicas até a sua total recuperação, independente de se remover um ou dois ou quatro dentes no mesmo ato. Claro que remover todos os dentes do siso de uma vez promove apenas um ato cirúrgico, restrição da alimentação e uso de medicação para essa finalidade apenas uma vez, por um pequeno período, sendo perfeitamente normal e indicado.
A principal pergunta que vem à mente seria: - como vou mastigar se remover os quatro dentes de uma vez? – a orientação então é a mesma: tanto para a remoção de um ou dois como para quatro dentes ao mesmo tempo, deve-se evitar mastigar alimentos sólidos ao longo da primeira semana, simples cuidado que evita complicações comuns das extrações dentárias, como infecções, mau cheiro, dor e demora na cicatrização. A partir desse ponto de vista, é muito melhor passar por uma cirurgia apenas uma vez e não quatro! Obviamente, a dieta deve ser feita com alimentos mais pastosos, de igual qualidade nutricional, apenas com restrições quanto à mastigação nesse período.
De maneira geral, os bochechos prescritos pelo cirurgião a partir do segundo dia da cirurgia ajudam na higiene da boca e no processo de cicatrização. Os bochechos geralmente devem ser evitados apenas nas primeiras 24 horas, período em que o risco de se provocar hemorragias aumenta com a realização de bochechos vigorosos.
De maneira geral, você pode apresentar um leve desconforto e um pequeno inchaço compatível com o processo de cicatrização normal, quadro compatível com o ato cirúrgico e esperado pelo cirurgião, que prescreve as medicações necessárias para ajudar você a diminuir esse possível desconforto pós-cirúrgico.
O cirurgião-dentista especialista em cirurgia e traumatologia buco-maxilo-facial representa e exerce a especialidade da odontologia que inclui o diagnóstico e o tratamento cirúrgico e ambulatorial de doenças, lesões e defeitos que envolvem tanto os aspectos funcionais e estéticos dos tecidos moles e duros da boca e região maxilo-facial.
Fonte: UOL |
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Escrito por Oral Implantes
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Qua, 28 de Março de 2012 16:38 |
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Embora atinja milhões de pessoas no mundo inteiro, a DTM é uma doença pouco conhecida. São lesões causadas por movimentos desnecessários que fazemos com a boca, hábitos como: mascar chicletes, roer unhas, morder gelo, etc. O bruxismo, o ranger dos dentes que algumas realizam ao dormir, também é um dos principais fatores que causam DTM. O treino para a eliminação desses hábitos, ou a proteção dos dentes e dos músculos para os que apresentam o bruxismo, pode ser a chave para o alívio dos sintomas da disfunção.
Segundo estudos recentes, a incidência mundial de DTM é de 3% da população ao ano. Apesar de ser uma incidência baixa, a duração da doença é longa, fazendo com que haja um grande número de pacientes. Uma questão intrigante é que as mulheres em idade fértil são as mais acometidas pela doença, cerca de nove mulheres para cada homem. Atualmente, tem sido observado um aumento dos casos de DTM em adolescentes e crianças.
O paciente com DTM geralmente é um doente crônico que demora anos para buscar tratamento. Como os sintomas são muito subjetivos e podem estar ligados a outros problemas médicos (depressão, dificuldade visual, problemas otológicos), o dentista, muitas vezes, é o último profissional da saúde a ser procurado. As formas de tratamento Embora se trate de uma doença que pode causar dores de cabeça terríveis durante anos, o tratamento para esta doença, quando bem diagnosticada, não apresenta maior dificuldade. Com uma avaliação clínica bem realizada, que conste de técnicas específicas de diagnóstico, nas quais o especialista em DTM irá explorar e analisar de uma maneira ordenada as queixas de dor de cabeça do paciente, recomendando o tratamento necessário não só na sua área como também encaminhando o paciente para outros profissionais.
Geralmente o tratamento é simples e conservador, feito por meio de terapias caseiras, exercícios, compressas, relaxamento muscular, controle da ansiedade e depressão. Na maioria dos casos é necessária a interação de uma equipe multidisciplinar para o melhor entendimento e condutas específicas nas áreas de: neurologia, psicologia, reumatologia, otorrinolaringologia, endocrinologia e fisioterapia. O especialista em DTM deve estar apto a diagnosticar todas as dores orofaciais, tratando as que estejam relacionadas a sua área de atuação e encaminhando o paciente quando o tratamento demandar a intervenção de outro profissional de saúde. Só após a avaliação conjunta e simultânea, será realizada a terapia.
Fonte: BmStar |
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Escrito por Oral Implantes
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Ter, 27 de Março de 2012 17:01 |
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Pode ser o primeiro caso de transmissão do vírus da Aids durante um beijo prolongado
Foi divulgado pelo Centro de Prevenção e Controle de Doenças de Atlanta (CDC), nos EUA. Atenção: isso não quer dizer que a contaminação se deu pela saliva. Ao contrário, a hipótese mais provável é que a transmissão tenha ocorrido porque os dois parceiros tinham periodontite - doença que afeta a região em torno dos dentes e provoca sangramento das gengivas.
Assim, o vírus teria sido transmitido através do sangue. O casal era acompanhado por pesquisadores do CDC desde 1992: o rapaz é soropositivo e a moça acaba de descobrir que foi contaminada entre julho de 1994 e julho de 1995.
Segundo os médicos, os dois só mantinham relações com camisinha e evitavam sexo oral. Testes de laboratório confirmaram que o vírus encontrado na mulher é geneticamente idêntico ao de seu parceiro, descartando a hipótese da contaminação ter se dado por uma terceira pessoa. Ele contou que sua gengiva sempre sangrava quando usava fio dental e que fazia isso à noite, antes de se relacionar sexualmente.
O beijo nunca foi considerado uma atividade de risco e não há registro de contaminação pela saliva. Para Carlos Alberto Moraes de Sá, responsável pelo programa de combate à Aids do Hospital Gafrée Guinle, do Rio de Janeiro, a contaminação pela boca é muito rara porque essa região é no ser humano uma das mais resistentes à infecção.
Fonte: Revista Isto É
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O dente, ao contrário do resto do corpo, não envelhece |
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Escrito por Oral Implantes
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Ter, 27 de Março de 2012 16:56 |
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A falta de método na ingestão de alimentos contribui para o dano no esmalte dos dentes
De fato, o dente terá eterna juventude, se cuidarmos direitinho dele. Na verdade, um dente bem cuidado não envelhece, como acontece com a gente. Se cuidarmos bem dos dentes, eles se manterão bonitos e brilhantes por toda a vida.
Cuidar significa não permitir que o esmalte perca substâncias minerais diariamente, por causa da ingestão freqüente de alimentos, sem a subseqüente e necessária limpeza. Cuidar significa, portanto, efetuar a higiene adequada, atacando a saliva ácida, que é gerada com a ingestão de alimentos.
Se o dente vive num ambiente limpo, sem placa bacteriana, ele é banhado constantemente pela saliva que, nessas condições favoráveis, funciona como uma solução remineralizante natural, porque na saliva existe o cálcio, o fósforo e o flúor – sabidamente substâncias que mantêm o esmalte liso, homogêneo, não apresentando microporosidades.
A cada vez que uma pessoa come e não escova os dentes, logo em seguida, na primeira meia hora, a saliva fica mais ácida. Nesses minutos, há perdas de substâncias minerais - situação que tende a se agravar com a ingestão de alimentos várias vezes ao dia, sem a posterior e imediata limpeza.
Vale dizer que, se a pessoa comer várias vezes ao dia e não escovar em seguida os dentes, haverá vários picos de desmineralização e, com o tempo, os dentes vão adquirindo microporosidades que tornam o esmalte opaco, sem brilho, o que favorece o depósito de pigmentos, ocasionando manchas.
Por isso, não é um hábito saudável comer de duas em duas horas, ou viver petiscando. Essa falta de método, além de não ser boa disciplina de dieta, contribui para o dano no esmalte dos dentes, na medida em que causa a ação de uma saliva ácida, caso não se pratique imediatamente a higiene, através da devida escovação.
Festa de bactérias durante o sono
Para os que ainda não se convenceram da importância de manter a higiene bucal, um alerta: se colhermos um pouquinho, uma pontinha apenas daquela meleca que fica grudada nos dentes, branca, amolecida, com uma consistência parecida com iogurte, e a colocarmos em um microscópio, aumentando mais de 1.500 vezes, poderemos observar milhões de bactérias, colonizando o dente mal escovado e que, diariamente, vão se acumulando na boca.
E o cuidado maior tem que ser tomado no período do sono noturno, eis que os microorganismos proliferam especialmente durante a noite, quando cai a produção de saliva e a proteção do dente, dessa forma, fica diminuída.
Entenda o porquê disso: em condições de limpeza adequada, a saliva é uma solução remineralizante natural, que protege e remineraliza os dentes. À noite, com a sensível diminuição da produção de saliva, a boca fica totalmente à mercê dos micróbios, tornando-se o ambiente ideal para a sua proliferação, quando se descuida da higiene antes de dormir.
Sem querer exagerar, vale frisar que o dente é a única estrutura do corpo que, bem cuidada, fica sempre perfeita e não envelhece: como uma pérola bonita e eterna.
Felizmente, até por isso, é possível encontrar pessoas com mais de 70 anos com dentes ainda muito bonitos, brilhantes, e mais: com gengivas róseas e sadias.
Portanto, é possível que todos possamos manter a eterna juventude de nossos dentes. Para isso, basta cuidarmos constantemente deles!
Fonte: UOL |
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Mini parafuso põe sorriso nos eixos |
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Escrito por Oral Implantes
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Qua, 21 de Março de 2012 16:32 |
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A Ortodontia, especialidade odontológica que procura aperfeiçoar a função e a estética do sorriso, não pára de evoluir. Uma das mais recentes técnicas auxiliares empregadas pelos especialistas da área para corrigir a posição dos dentes é a colocação de miniparafusos na região lateral da gengiva, que permite melhor correção de diversos problemas ortodônticos.
Os miniparafusos são indicados para pacientes que precisam corrigir o posicionamento de alguns dentes somente e não de toda a arcada. No tratamento convencional deste problema, o aparelho ortodôntico é apoiado em um outro dente já bem posicionado. O problema é que, pelo método tradicional, ocorre influência recíproca de forças, e a tensão resultante pode prejudicar o dente que está em posição correta.
Com os miniparafusos colocados na lateral da gengiva, entre as raízes dentais, o apoio é feito na própria estrutura que se conecta diretamente aos dentes a serem movimentados. Os pinos são fixados ao osso e não se movem, garantindo maior eficiência ao tratamento. Os meios convencionais de ancoragem não eram 100% eficientes, sempre havia alguma perda na posição dos dentes que forneciam ancoragem. O resultado agora é muito melhor. Além disso, com os miniparafusos é possível corrigir de forma bem mais conservadora problemas que eram tratados de forma mutilante.
Poucos profissionais dominam a ancoragem absoluta com miniparafusos, e suas aplicações e benefícios ainda são desconhecidos da maioria da população.
Fonte: UOL |
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O poder do riso e a manutenção da saúde |
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Escrito por Oral Implantes
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Qua, 21 de Março de 2012 16:27 |
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Rir nos faz bem! Sabemos bem disso, mas entre saber e fazer vai uma longa distância. Devemos levar o sorriso a sério, uma vez que exerce importante papel em nossas vidas
Pesquisas recentes comprovam que boas risadas, fruto da alegria e descontração, podem ter o efeito de uma sessão de ginástica, pois provocam a liberação de substâncias do grupo das endorfinas. Endorfina é um neuro-hormônio produzido pelo próprio organismo na glândula hipófise. Tem uma potente ação analgésica, mediando diversas respostas autônomas e psicológicas à dor e ao estresse. Ao ser liberada, é responsável pela sensação de agradável conforto, de bem-estar, de felicidade, de melhor humor e de alegria.
O sorriso tem o poder de ativar a produção de endorfinas e é tão eficiente quanto o relaxamento, a meditação, a concentração e os exercícios físicos.
Você sorri naturalmente nos momentos em que está feliz ou prestes a rir, portanto imagina-se que movimentar os lábios no sentido de um sorriso deva deflagrar uma resposta feliz.
Quando uma composição ou um grupo de músculos se contrai, em uma determinada forma e direção, com uma intensidade específica, como é o caso do sorriso, o cérebro recebe esta informação e responde ativando a produção de endorfinas. Use seu sorriso como um apagador de sentimentos negativos. Quando um pensamento negativo surgir, afaste-o com um sorriso.
É por essa razão que só um esboço de sorriso, ou seja, um afastar de lábios esticados para os lados -tipo sorriso Monalisa- não garante essa produção bioquímica. Ela só se efetiva quando rimos com vontade, de dentro para fora, um sorriso grande, algumas vezes sonoro, ou seja, o sorriso em forma de riso, até mesmo de gargalhada.
Boas risadas aliviam o estresse, fortalecem o sistema imunológico e limpam os pulmões. O riso é a expressão mais explícita do bom humor, da positividade e da felicidade.
Desde cedo aprendemos a sorrir e passamos a contar com esse valioso auxiliar da beleza e da comunicação durante a vida toda.
O efeito do riso é o contraveneno da doença
O antigo provérbio “Ri e conserta, entristece e morre.” traz um princípio verdadeiro pois poucas coisas são mais danosas para o corpo do que a tristeza ou mais saudáveis do que o riso.
Daí porque rir sempre faz bem. E facilita, em muito, a arte de viver.
A troca de sorrisos, risadas e gargalhadas nas interações entre as pessoas, antes de começar um trabalho diário, por exemplo, é muito saudável. Não estamos falando de anedotas ou piadas. Não se trata de ser engraçado ou comediante. Falo do que pode ser chamado de riso na conversa e do tipo de ambiente onde isso pode ocorrer, em lugares onde se pode ser alegre.
Rir nos liga às pessoas para além do meramente superficial e tem relevante papel na estruturação de uma sociedade saudável.
Quanto vale o encanto de um sorriso? As portas diante dessa poderosa arma se abrem com mais facilidade, o desamor muitas vezes cai por terra com o seu inquestionável poder de força.
Mentes ficam mais brilhantes com a sua prática constante, amizades se estreitam mais facilmente com a sua freqüência, os amores se entrelaçam com a sua presença, o mundo, enfim, fica mais viável com a sua efetiva participação.
Os lábios, que circundam a abertura da boca, movem-se para comer, expressar emoções, produzir palavras e beijar. Junto com os olhos, são estruturas muito atraentes do rosto, uma das mais expressivas do corpo, que se completam quando se entreabrem num sorriso, deixando passar a beleza dos dentes.
O sorriso traduz jovialidade e quando a pessoa sorri não existem barreiras de linguagem, eis que o sorriso no rosto é uma luz a dizer ao outro que seu coração está à vontade.
Algumas coisas podem ser lembradas sobre a arte de sorrir: dificilmente alguém pode ser rude ou cruel para com alguém que sorri; portanto, se você sorrir mais, o resto do mundo irá tratá-lo melhor. O ato de sorrir torna-se fácil com a prática. Quando um sorriso aberto toma conta de nós, brilha uma luz em nosso semblante e um sentimento de paz e felicidade, nos cerca e nos envolve.
Fonte: UOL
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A digestão começa pela boca |
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Escrito por Oral Implantes
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Dom, 18 de Março de 2012 13:34 |
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Cada dente tem uma função específica na mastigação e a ausência de apenas um dente pode causar prejuízo ao processo digestivo. Enquanto os incisivos e os caninos servem para cortar e dilacerar o alimento, os pré-molares e os molares trituram e moem.
A pessoa que não mastiga direito engole pedaços maiores e mais difíceis de serem digeridos, sobrecarregando o estômago. Com o tempo, isso pode causar azia, refluxo, gastrite e outros problemas gastro-intestinais. O enfraquecimento dos dentes devido a traumas (acidentes) ou à perda óssea são fatores que agravam este quadro e acometem principalmente os idosos.
É comum o paciente tentar compensar a falta de um determinado grupo de dentes, forçando mais a mandíbula ou mastigando apenas de um lado, o que causa a chamada mordida torta. As consequências são dores de cabeça, dores musculares na região do pescoço e desgaste dos dentes. Em muitos casos, a melhor solução é optar pelo uso de próteses dentárias. Contudo, ela tem que ser de boa qualidade e bem ajustada à boca do paciente, do contrário pode comprometer a mastigação e agravar ainda mais o problema.
A pessoa que não possui todos os dentes em boas condições acaba evitando certos alimentos essenciais à saúde, como carne, verduras cruas e frutas, devido à dificuldade para mastigar. Isso limita a dieta aos alimentos moles ou pastosos como mingau, sopas ralas e legumes muito cozidos, causando deficiência de vitaminas e nutrientes. É importante incluir, no cardápio do dia-a-dia, pratos com couve-flor, brócolis (que ajuda a prevenir o câncer de estômago), cenoura e beterraba, ricas em vitamina A. Entre as frutas, não podem faltar pêra e maçã, que facilitam a digestão, e manga, uma boa fonte de fibras.
Isso sem falar no aspecto psicológico. Para o ser humano, comer é um ato social e é justamente na terceira idade que o convívio com os filhos e netos torna-se mais importante. É comum o paciente nessas condições evitar sair para jantar fora ou almoçar na casa de parentes por vergonha ou insegurança. Prazeres simples como saborear uma pipoca no cinema ou participar de um churrasco com os amigos acabam se transformando em momentos de tristeza e angústia.
Algumas soluções podem ajudar a reverter esse panorama. O primeiro passo é sempre a prevenção. Para manter a boa saúde bucal, uma boa higiene é indispensável. Deve-se escovar os dentes após cada refeição com uma escova macia e fazendo movimentos suaves para não machucar a gengiva. O fio dental é outro aliado poderoso e tem de ser utilizado sempre antes da escovação, para a retirada dos resíduos maiores.
Para os idosos ou aqueles indivíduos que perderam um ou mais dentes, o ideal é procurar o dentista que irá indicar a prótese mais adequada. Hoje em dia, não há motivos para a pessoa se esconder. A Odontologia oferece uma variedade enorme de opções, formatos e materiais diferentes, cada um adequado a uma situação específicas. As próteses removíveis, por exemplo, são muito convenientes pelo baixo custo de manutenção e facilidade de manuseio e limpeza. Neste caso, deve-se usar sempre um bom fixador, de preferência os que permitem ajuste perfeito à gengiva, a fim de evitar irritações e a entrada de alimentos.
Fonte: ABN |
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Escrito por Oral Implantes
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Ter, 13 de Março de 2012 20:13 |
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Nos dias de hoje, a busca pela estética é um fator de muita influência sobre o comportamento das pessoas

Seja nos grandes centros urbanos ou nas pequenas cidades, é cada vez mais comum observar-se academias e clínicas de estética cada vez mais lotadas. Dentro deste contexto, é natural que a odontologia esteja preparada para atender aos anseios estéticos da população em geral.
Técnicas restauradoras e protéticas mais modernas visam, além da reabilitação da função mastigatória, a recuperação do fator estético. Dentro desta perspectiva, o clareamento dental se torna um importante instrumento a fim de proporcionar a satisfação do paciente em seu tratamento.
O clareamento dental visa a recuperação da cor original dos dentes, perdida em algum momento durante a vida em decorrência de vários fatores. Serve também simplesmente para promover um branqueamento dos dentes originalmente mais escurecidos.
A utilização de agentes clareadores nos dentes já ultrapassa um século, e com o desenvolvimento de novos materiais, tem se mostrado um meio cada vez mais eficaz e seguro de se obter uma estética dental satisfatória.
Existem basicamente dois tipos de clareamento dental: • Clareamento caseiro • Clareamento no consultório
No clareamento caseiro, a maior parte do tratamento é realizada pelo próprio paciente, o qual utiliza o agente químico dentro de uma moldeira adaptável aos dentes. Estes materiais são fornecidos pelo cirurgião-dentista, que irá supervisionar o tratamento através de visitas periódicas do paciente ao consultório.
No clareamento realizado no consultório, o dentista irá aplicar sobre os dentes um agente químico oxidante bem mais potente. Durante a aplicação, a gengiva, lábios e bochechas são protegidos de forma que o clareador não provoque queimaduras. Sobre o clareador é aplicada uma fonte de energia ativadora que pode ser luz halógena ou determinados tipos de laser que irão promover uma intensificação do clareamento. Dessa forma, o clareamento é realizado em apenas uma sessão.
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Tenho restaurações escuras (metálicas) nos dentes posteriores. Vale a pena trocá-Ias por restaurações de cor branca ou da cor dos dentes? A troca de uma restauração metálica por uma estética ou, como dizem os pacientes, "por uma branca", pode se dar por dois motivos principais: por problemas que envolvem a saúde do dente, como uma fratura da restauração pré-existente ou mesmo por recidiva de cárie (nesse caso, a troca não é discutida e pode, perfeitamente, ser feita uma restauração estética), ou por motivo exclusivamente estético (quando uma restauração metálica em bom estado vai ser trocada, surgem, então, alguns questionamentos).
Quais os materiais que podem ser utilizados na troca de uma restauração metálica por uma estética? Existem, em princípio, duas possibilidades de materiais. O primeiro é a cerâmica (ou porcelana), o segundo são as resinas compostas. A restauração de cerâmica pode ser executada apenas pelo método indireto, isto é, o cirurgião-dentista prepara o dente, molda, e um técnico de laboratório executa, sobre o modelo, o trabalho, que é cimentado pelo dentista. A resina composta tanto pode ser usada pelo método direto, feita diretamente sobre o dente do paciente, em uma única sessão, ou pelo método indireto. A resina composta usada na forma indireta tem uma composição diferente da utilizada na forma direta e é chamada de resina composta de laboratório, podendo também ter a denominação de cerômero.
As restaurações em amálgama são realmente tóxicas e, por isso, devem ser trocadas? Existe muita discussão sobre o poder tóxico do mercúrio nas restaurações de amálgama. Provou-se que o aumento dos níveis de mercúrio no sangue e na urina pode estar associado à presença dessas restaurações, embora nenhum trabalho tenha conseguido relacionar o desenvolvimento de doenças sistêmicas causadas por mercúrio em pacientes com as restaurações de amálgama.
Quais são o melhores materiais e a melhor técnica? Basicamente, a técnica direta serve para as pequenas restaurações e, quando a área a ser restaurada é muito extensa, a preferência cai sobre as indiretas; entretanto, as mais extensas podem ser feitas de modo direto, dependendo da indicação profissional. Na técnica indireta, a escolha entre cerâmica e cerômero dependerá das condições técnicas e também da preferência profissional, pois os comportamentos estético e funcional são extremamente semelhantes.
No momento da troca de uma restauração, é necessário um desgaste maior do dente? Não necessariamente. Quando é feita a troca de uma restauração de amálgama por uma de resina composta direta, a cavidade obtida após a retirada do material antigo já é compatível com o novo material restaurador. Contudo, para receber uma restauração indireta, pode ser necessário um desgaste adicional de dente sadio para possibilitar a execução do trabalho. Nas trocas de uma restauração metálica indireta de ouro, por exemplo, dificilmente uma certa quantidade de dente sadio não vai ser sacrificada, pois são preparos com exigências diferentes. Esse desgaste maior do dente de maneira alguma irá prejudicá-lo, pois é feito para permitir uma harmonia entre o material restaurador e o dente.
Uma restauração de material na cor do dente tem a mesma durabilidade que uma restauração antiga? Existem, na boca de pacientes, restaurações de amálgama, de ouro e de outros metais em bom estado e com desempenho funcional perfeito há mais de vinte anos, assim como existem restaurações em mau estado feitas há pouco tempo. As técnicas restauradoras estéticas atuais são relativamente novas se comparadas com a do amálgama e a das restaurações metálicas indiretas. Todavia, já temos acompanhamento clínico com excelentes resultados de restaurações estéticas. A durabilidade de uma restauração depende de uma série de fatores, alguns diretamente relacionados com o cirurgião-dentista e outros, com o paciente.
Dentes manchados por uma restauração de amálgama podem ser corrigidos com a troca? O amálgama libera, ao longo do tempo, produtos que podem manchar o esmalte dental deixando-o acinzentado. Nesses casos, a troca melhora muito o problema estético sem, contudo, resolvê-lo completamente, pois seria necessária a retirada completa desse esmalte manchado para se conseguir uma perfeita solução estética.
Como é feita a manutenção das restaurações estéticas? A manutenção das restaurações estéticas está inserida no contexto de manutenção da saúde bucal do paciente. O controle da higiene bucal, as profilaxias periódicas, como também as reavaliações clínicas do estado das restaurações prolongam a vida útil desses trabalhos. Pequenos reparos de possíveis falhas como manchamento superficial e pequenas fraturas podem ser realizadas com facilidade pela mesma técnica adesiva usada na confecção das restaurações estéticas.
Fonte: UOL |
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Estudo revela a fórmula do sorriso perfeito |
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Escrito por Oral Implantes
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Ter, 13 de Março de 2012 16:40 |
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Um estudo de uma universidade americana avaliou proporções de tamanho, a cor e o formato dos dentes, lábios e gengivas, além da estrutura da face, para criar a fórmula do sorriso perfeito.
Para atingir a perfeição, por exemplo, o sorriso deve ter pelo menos metade da largura da face; as metades direita e esquerda dos lábios (imaginando-os cortados por uma linha vertical no meio) devem ser simétricas e eles devem ser igualmente carnudos.
Os dentes também devem ser alinhados à linha imaginária vertical que divide o rosto ao meio, e os incisivos superiores devem ser o traço mais dominante do sorriso - os dentes de baixo não podem aparecer muito quando a pessoa sorri.
Intitulado Smile Design, o estudo da Escola de Odontologia da Loma Linda University, na Califórnia, também atribui importância à gengiva que fica à mostra no sorriso – além de aparecer pouco, ela deve ter de um tom de rosa pálido – e a outros detalhes.
Bonito por natureza
Segundo Nicholas Davis, autor do estudo, a definição do que seria o sorriso perfeito se baseia em princípios “estabelecidos por meio de dados coletados de pacientes, modelos de diagnóstico, pesquisa odontológica, medições científicas e conceitos artísticos básicos de beleza” e “levam em conta a harmonia entre a estética facial e a composição dentária”.
No entanto, Davis disse que a maioria dos sorrisos bonitos e naturais não são necessariamente simétricos e uniformes. “Os sorrisos naturais mantêm uma beleza intrínseca natural não pela perfeição, mas pela beleza sutil da imperfeição”, afirma.
A pesquisa observa ainda a importância do diagnóstico e do planejamento em casos estéticos para atingir o sorriso adequado para cada paciente.
“Esses fatores podem ajudar a encontrar o sorriso que melhor ressalta as feições naturais da paciente e ainda beneficiam a saúde oral”, diz o estudo, publicado na revista científica Dental Clinics of North America.
Fonte: BBC Brasil |
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Escrito por Oral Implantes
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Sáb, 10 de Março de 2012 12:11 |
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São cilindros metálicos (titânio), instalados nos ossos maxilares com a finalidade de substituir raízes de dentes ausentes. Além de resolver efetivamente a questão estética, o implante funciona como dentes naturais, tanto na visibilidade como no aspecto mastigatório.
O protocolo de um sistema de implante envolve duas etapas distintas: (cirúrgica + protética). A primeira é a cirúrgica, onde é colocado o implante no osso. A segunda é a etapa protética, momento em que é confeccionada uma prótese sobre o implante dentário. A grande vantagem do implante é poder substituir um dente perdido sem precisar fazer desgastes nos dentes vizinhos.
Etapa cirúrgica: consiste na instalação dos implantes nos ossos maxilares. É indolor tanto no ato cirúrgico como no pós-operatório. Durante um período necessário de espera (6 meses), teremos a osteointegração (conexão rígida entre o tecido ósseo íntegro vivo e a superfície do implante), onde os implantes permanecem sepultos (dentro do osso) protegidos de cargas ou movimentações.
Etapa protética: consiste na elaboração da prótese sobre os implantes. A fixação desta prótese a implantes é feita por meio de parafusos, permitindo assim sua retirada para manutenção, a qual é feita pelo dentista. Este parafuso fica no interior do dente e é recoberto por resina da cor do dente.
Para quem usa pontes móveis parciais, o implante pode ser usado para fazer uma prótese fixa. Além disso, na ausência de todos os dentes, pode-se planejar uma prótese fixa totalmente sobre implantes. O implante pode ser utilizado ainda para pacientes que usam dentaduras. Nesse caso, o objetivo é melhorar a estabilidade da prótese. Na maioria dos casos, o implante é bem indicado, mas é preciso fazer uma prévia observação protética para saber se o caso pede a colocação do implante. Uma outra avaliação importante é quanto a quantidade e qualidade óssea do paciente. Após a colocação dos implantes, a pessoa pode levar uma vida normal como as que têm dentes naturais, fora isso, é necessário manter uma boa higienização para não desenvolver doenças ao redor dos implantes.
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0 que são implantes osseointegrados? São uma nova geração de implantes, introduzidos a partir da década de 60, mas que só agora atingem um grau de aceitabilidade pela comunidade científica internacional. São, normalmente, parafusos de titânio introduzidos cirurgicamente nas áreas desdentadas e, sobre eles, são instalados dentes artificiais (prótese dentária).
0 que existe de mágico no titânio? Nada. É um material usado em Ortopedia há muitas décadas. Simplesmente o titânio não sofre corrosão quando inserido no corpo humano e não apresenta fenômenos de rejeição imunológica.
E quanto à idade? Não existe limite de idade: a partir da puberdade, qualquer pessoa pode receber implantes.
Se não tiver osso suficiente, existem maneiras de aumentar a quantidade de osso disponível? Sim.
Quanto dura a cirurgia para instalar o implante? Normalmente, entre 60 a 90 minutos. Somente em casos excepcionais esse tempo é dilatado.
Quais os riscos cirúrgicos? Mínimos. A cirurgia é feita normalmente com anestesia local e é muito mais simples que outros procedimentos cirúrgicos odontológicos, como a extração de um dente incluso, por exemplo. 0 pós-operatório é muito bom e a maioria dos pacientes não relata qualquer incômodo maior.
A prótese é colocada imediatamente após a cirurgia? Para os casos de próteses totais, elas são colocadas 3 ou 4 dias após a cirurgia e, em casos de próteses parciais, muitas vezes, não fica nenhum dia sem a prótese. Quase sempre são próteses provisórias, sendo substituídas depois de alguns poucos meses pelas definitivas.
A prótese fixada por implantes é melhor que as convencionais "ponte móvel" e "dentadura"? A exemplo das próteses fixadas sobre os dentes, as fixadas sobre os implantes têm como maior vantagem não se soltarem durante a mastigação, propiciando maior conforto, segurança e eficiência.
Os resultados estéticos são bons? Expectativa demasiada é comum mas, normalmente, é sucedida de uma certa parcela de frustração. Em muitos casos, a solução estética é apenas aceitável. Todas as próteses fixadas ou não sobre os implantes não são como os dentes na turais. 0 melhor é pensar nas vantagens funcionais.
Quanto tempo dura um implante? Qual a chance de dar certo? Pode-se afirmar que 95% dos casos, se os implantes não forem perdidos nos do primeiros anos de uso, durarão toda a vida. Estudos demonstram que os implantes apresentam taxas de sucesso acima de 90% no maxilar superior e, 97%, no inferior.
Do que depende o sucesso do implante? De vários fatores, mas o principal é a observância do protocolo (receita completa de como e quando se faz o implante). E necessário que o profissional seja meticuloso e treinado na técnica.
Fonte: UOL |
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ESTÉTICA BUCAL NO CONVÍVIO SOCIAL DO IDOSO |
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Escrito por Oral Implantes
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Ter, 06 de Março de 2012 17:41 |
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A estética, embora subjetiva, é considerada um requisito importante nas relações sociais
A procura pela beleza é justificada pela necessidade de integração social do indivíduo de maneira agradável, por elevar sua auto-estima e proporcionar-lhe satisfação.
Sendo o sorriso um elemento de destaque no indivíduo, as características qualidade e beleza do mesmo exercem grande poder de atração, tornando-o um objeto de constante avaliação.
Neste contexto, a população idosa ainda é marcada pelo estigma da falta de dentes, grande quantidade de cáries, doença periodontal e uso de próteses totais.
Em decorrência, tais indivíduos estão constantemente sujeitos a vivenciarem sentimentos de inferioridade e dificuldade no convívio social.
O objetivo desse trabalho foi identificar a satisfação com a aparência do sorriso e a integração social do idoso a partir da autopercepção de sua estética bucal. A amostra foi composta por 93 indivíduos, com idade de 60 anos ou mais, de ambos os sexos, atendidos na Clínica de Odontogeriatria da Universidade Vale do Rio Doce – UNIVALE, Governador Valadares, 2007. Para a coleta de dados foi utilizado o Índice Geriátrico para Avaliação de Saúde Bucal (GOHAI) e uma Entrevista Psicológica.
Em relação ao sexo, prevalecem as mulheres (61,3%) em relação aos homens (38,7%). A saúde bucal foi considerada precária pela maior parte dos idosos (67,7%). Apesar disso, sobressaem aqueles que estão satisfeitos (52,7%) com a aparência do seu sorriso, que nunca deixaram de comer com outras pessoas devido aos problemas bucais (80,6%) e que nunca deixaram de se encontrar com outras pessoas (73,1%).
Pode-se concluir que a maioria dos idosos tem uma autopercepção positiva de sua estética bucal, não manifestando sentimentos de inferioridade ou dificuldades no convívio social.
Fonte: UOL
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